Minha Dupla Vida: A Barmaid Casada e o Foda Proibido no Clube

Eu sou a Maria, 32 anos, casada com o João há 8 anos. De dia, sou gerente de escritório em Lisboa, roupa certinha, aliança brilhando no dedo, sorrisos falsos nas reuniões. Ninguém imagina que à noite eu viro outra: barmaid num clube libertin no Bairro Alto. O coração bate forte só de pensar. Hoje… ai, hoje foi demais.

Cheguei ao clube depois do expediente, mudei pro uniforme sexy atrás do balcão. O João acha que faço turno extra num bar normal. ‘Volto tarde, amor’, mandei mensagem, culpada mas já molhada de excitação. Lá, o casal fixe, o Paulo e a Eva, chegam com o Joãozinho – um gajo tímido, novato, mas com olhos que devoram. Eu já o vira mais cedo, a foder com outra na sala ao lado, e fiquei a olhar, tocando-me discretamente. Ele notou. Sorriu. Meu Deus, que sorriso.

A Tensão do Segredo e o Flirt Irresistível

Eles vêm ao balcão, conversamos. ‘Queres água?’, pergunto, piscando. Ele cora: ‘Sim… e um sumo?’. Paulo e Eva riem, deixam-nos sozinhos. Falamos baixo. ‘Trabalhas aqui há quanto tempo?’, ele pergunta. ‘Poucos meses, mas venho há mais. O meu ex largou-me por não querer ir mais longe… agora exploro.’ Ele conta da timidez, do casal que o iniciou. ‘Fodi com a Eva uma vez’, confessa, olhos nos meus. Sinto a cona pulsar. Olho a aliança, giro-a nervosa. ‘Gostas de meninas respeitosas?’, digo, voz tremida. ‘Adoro’, responde, intenso. Paulo e Eva vão dançar, deixam-nos. ‘Vai ver as salas’, digo, coração aos pulos. ‘A tout à l’heure?’. Ele vai, eu sirvo clientes, mas penso nele. O risco… se o João ligasse agora?

Vou atrás dele pelo corredor. Suspiros por todo lado. Espio uma sala: Eva cavalgando um gajo, Paulo fodido por outra. Ele está ali, de pau duro na mão por cima da calça. Viro-o, beijo suave. Lábios macios, cheiro dele. ‘Sabes que sou casada?’, sussurro, mão na aliança. ‘Mais excitante’, diz, mãos nas minhas coxas. Beijamo-nos forte, línguas dançando. Sinto o pau dele contra mim, duro como pedra. Levanto a saia, guio a mão dele pra cona molhada. ‘Tão húmida…’, geme. Ele abre a braguilha, pau latejante, gotas na ponta. Coloco preservativo rápido – urgência, tenho de voltar ao bar. ‘Fode-me agora’, peço, perna ao redor da cintura.

O Foda Intenso no Canto Escuro e o Retorno à Rotina

Ele entra devagar, enche-me toda. ‘Ahhh, caralho, que pau grosso…’, gemo baixo. Ele bombea forte, mãos no cu, beijando pescoço, chupando teta que liberei. ‘Mais rápido, vai, fode esta cona casada’, urro suave. Sinto o cheiro de suor, o coração disparado, medo de alguém vir. Ele acelera, bolas batendo, eu gozo primeiro – ‘Sim, fode, estou a gozar!’ – cona apertando, sumos escorrendo. Ele explode logo depois, ‘Toma tudo!’, grunhindo no meu ouvido. Ficamos colados, ofegantes, pau ainda dentro. ‘Incrível’, diz, beijando. Ajusto roupa, volto ao balcão a tremer.

Eles voltam, rindo. ‘Viste-nos?’, pergunta Eva. ‘Talvez’, sorrio pra ele. Sirvo mais copos, pernas moles, esperma imaginário a pingar. ‘Vamos embora amanhã’, diz Paulo. Proponho: ‘Venham ao meu camper?’. Não, espera – eu saio cedo com eles pro camper deles. Patron aceita. Saímos os quatro, eu de mão dada com ele disfarçadamente. No camper, mais? Não sei. Chego a casa de madrugada, João dorme. Deito, toco-me lembrando. Amanhã, vida normal: aliança, reuniões. Mas o segredo queima. Adoro esta dupla vida. O risco… faz-me viva. Quer mais? Da próxima conto.

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