Minha Dupla Vida: A Confissão de uma Traição que me Deixa Molhada de Excitação

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, um tipo calmo, engenheiro. Trabalho como advogada num escritório em Lisboa, vida organizada, jantares em família, yoga aos sábados. Ninguém imagina que por trás desta fachada, eu vivo outra vida. Uma que me faz tremer de adrenalina. Ontem à noite, por exemplo. ‘Tenho uma reunião tardia com um cliente’, disse ao João enquanto beijava a sua face. Ele nem piscou. ‘Tudo bem, amor, toma cuidado.’ Meu coração já batia forte no elevador do prédio. A aliança no dedo esquerdo brilhava sob a luz fraca, um lembrete cruel do que eu ia trair.

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Dirigi até ao parque de estacionamento subterrâneo perto do Tejo, aquele sítio discreto que usamos. Ele já estava lá, o Miguel, meu amante há seis meses. Colega de outro departamento, alto, barba rala, olhos que me devoram. Estaciono ao lado do carro dele, um Peugeot cinzento. Saio, entro no dele pelo lado do passageiro. ‘Saudades’, murmura ele, puxando-me para um beijo faminto. As mãos dele já na minha saia, subindo pela coxa. Sinto o cheiro dele, misturado com o couro dos bancos. Meu Deus, e se alguém passa? O risco é o que me molha tanto. ‘Rápido, tenho de voltar antes da meia-noite’, sussurro, enquanto desabotoo a sua braguilha. O pau dele já duro, latejante na minha mão. A aliança roça na pele quente dele, e isso… isso me excita mais.

O Segredo que Começa com uma Mentira

Ele não perde tempo. Puxa a minha saia até à cintura, rasga as collants com um gesto seco. ‘Estás tão molhada, Ana’, diz com voz rouca, enfiando dois dedos na minha cona. Gemo baixo, o carro balança levemente. Inclina-se, a boca desce pelo meu pescoço, mamas expostas agora, mamilos duros sob a blusa aberta. Chupa um, morde o outro, enquanto os dedos fodam-me devagar. ‘Quero provar-te’, murmura. Empurro a cabeça dele para baixo. Ele obedece, ajoelha-se no banco como pode no espaço apertado. A língua dele na minha cona, primeiro lambendo os lábios inchados, depois o clitóris. Oh, porra… o cheiro dela, o meu próprio aroma almiscarado enche o carro. Ele lambe como um faminto, sugando o mel que escorre. ‘Que delícia, Ana, a tua boceta é viciante’, rosna entre lambidelas. Eu agarro o cabelo dele, empurro contra mim. Coração aos saltos, suor a escorrer pelas costas. ‘Chupa mais fundo, vai, come-me toda.’ Ele enfia a língua dentro, fode-me com ela, os dedos agora no cu, pressionando. Gozo assim, violento, as pernas a tremer, molhando a cara dele toda. Ele engole tudo, guloso, lambendo cada gota da minha fonte. ‘Mais, dá-me mais’, suplica, e eu gozo outra vez, o corpo convulso.

O Encontro Explosivo e o Regresso Culpado

Não paramos aí. Eu abaixo-me, engulo o caralho dele inteiro, sentindo as veias pulsar na garganta. Chupo voraz, bolas na mão, saliva escorrendo. Ele geme alto, ‘Fode, Ana, vais-me fazer rebentar.’ Goza na minha boca, jatos quentes que engulo depressa, lambendo o resto. Rápido, sujo, perfeito. Limpamos-nos com lenços, beijos finais. ‘Até à próxima’, diz ele, piscando.

Volto para casa a conduzir devagar, o gosto dele ainda na boca, a cona latejante e sensível. O João dorme no sofá, TV ligada. Beijo-o na testa. ‘Reunião cansativa?’ pergunta sonolento. ‘Sim, mas correu bem.’ Sorrio, deito-me ao lado dele. Meu segredo está intacto. Amanhã sou a esposa perfeita, a advogada séria. Mas no fundo, ardo. Esta dupla vida… é o meu vício. O risco de ser apanhada? Faz-me querer mais. Já penso no próximo encontro. Meu Deus, que culpa… mas que prazer.

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