Sou a Ana, 35 anos, casada há 10 com o João, um tipo fixe, engenheiro. Trabalho num escritório no Chiado, sou gerente de contas, vida impecável. Aliança no dedo, saia lápis, salto alto. Ele espera-me com o jantar pronto. Mas… ai, mas eu tenho esta merda dentro de mim. Esta fome. Adoro o risco, o segredo. O coração a bater forte, o medo de ser apanhada. Hoje, janeiro gelado, saio do metro na Mouraria em vez de ir para casa. Ruas escuras, vento frio a cortar a cara. Digo ao João que tenho reunião extra. Mentira. O meu cu já pulsa de excitação.
Caminho devagar, cabeça baixa, mas olhos abertos. Vejo uma porta de um prédio velho, um velho ali encostado, de casaco roto. Geme baixo, tipo animal. Atrás, na penumbra, pés de mulher. Curvo-me um pouco… puta merda, ela está de joelhos, a chupar-lhe a pila. Ele treme, goza na boca dela. Ela levanta a cabeça, loira, uns 30 anos, boca a pingar porra quente. Olha para mim, sorri. Acena.
O Segredo que Me Consome
‘Vem cá, gostaste?’, diz ela, voz rouca. Eu… fico paralisada. Coração aos pulos. ‘Eu… não queria…’. ‘Sabes o que é isto? Gozo de desconhecido. Prova.’ Pega no meu dedo, limpa a porra da cara dela, mete-me na boca. Eu lambo. Salgado, quente, viscoso. ‘Hmm… é bom’, admito, envergonhada, mas a cona já molhada. ‘Chamo-me Rita. Vamos andar.’
Vê um gajo no carro, ao telemóvel, parado. ‘Entra, chupa-o. Porta aberta.’ ‘Não posso, sou casada!’ Mostro a aliança. ‘Melhor ainda. O risco.’ Abro a porta, entro de joelhos no banco do passageiro. Ele olha chocado, mas não resiste. Puxo-lhe o fecho, pila dura, grossa. Engulo, chupo forte, língua na glande. Ele geme ao telefone. Rita atrás, abre-me a saia, baixa as cuecas. ‘Estás ensopada, puta.’ Dedos na minha cona, dois de uma vez, bombeia. Eu chupo mais rápido, cu no ar. Sinto a aliança fria contra a pila dele, enquanto ela me fode com os dedos. Ele goza, jatos quentes na garganta. Engulo tudo, como ela mandou. Viro-me, beijo-a, partilho a porra.
O Êxtase Proibido e o Regresso
‘Queres mais? Aqui no hall.’ Entramos no prédio. Ela baixa as calças, empurra-me. ‘Lambe-me a cona, limpa tudo.’ Ajoelho-me, cheiro a sexo, lama a fenda molhada, clítoris inchado. Enfio a língua, chupo o cu, masturbo-a. Ela geme alto, ‘Assim, boa rapariga casada’. Goza na minha boca, sumo doce e salgado. Levanto-me, beijo-a, bocas cheias de porra e mel.
‘Vai, antes que o marido estranhe.’ Saio, pernas a tremer, boca com gosto de estranho, cona a escorrer. Chego a casa, João beija-me. ‘Reunião boa?’ ‘Sim, cansativa.’ Sorrio, sinto a aliança quente agora. Janto, conversa banal. Mas por dentro… fodo-me com os olhos. O segredo é meu. Amanhã, volto. Esta dupla vida mata-me e faz-me viva. 620 palavras.