Confissão: A Minha Dupla Vida de Esposa Casada e Amante Secreta

Chamo-me Patrícia, tenho 40 anos, casada com o Filipe há 20. Ele é engenheiro, sério, daqueles que chega a casa às 19h30 para jantar em família. Eu trabalho em vendas, reuniões, sorrisos falsos para clientes. Vida perfeita, não? Aliança no dedo, casa arrumadinha em Lisboa, fins-de-semana no Algarve. Mas… eu minto. Tudo.

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Há uns meses, stress do trabalho. Fui a um spa nos arredores. Sauna, jacuzzi, massagem. A Sílvia era a masseuse. Cabelos castanhos, olhos amêndoa, mãos macias como seda. Começou inocente: ‘Primeira vez? Relaxa.’ Virou-me, mãos nos seios, coxas. Olhares cruzados. Dedos dela subiram, tocaram a minha cona molhada. Eu… tremer. Beijámo-nos ali, línguas quentes, saliva misturada. Gozei rápido, ela chupou-me até secar. Desde aí, segredo. Encontros escondidos. Adoro o risco. Coração aos pulos, pensando ‘e se o Filipe descobre?’. Mas isso excita mais.

A Rotina que Esconde o Meu Desejo Proibido

Ontem, após reunião. Mandei mensagem: ‘Preciso de ti agora. Estacionamento do hipermercado, 18h.’ Ele esperava-me em casa para jantar. Eu, saia justa, blusa branca, aliança brilhando. Cheguei, carro dela ao lado. Entrei no dela, bancos rebaixados. ‘Patrícia, estás louca, tão perto de casa?’ Sorri, beijei-a forte. Mãos na cara dela, língua na boca, gosto a morango do batom. ‘Não aguento mais, fode-me rápido.’ Desabotoei a blusa dela, seios firmes, mamilos rosados duros. Chupei um, mordi leve. Ela gemeu: ‘Sua safada, casada e puta.’

Puxei a saia dela, cueca rosa encharcada. Cheirei o pano molhado, cona dela cheirava a desejo puro. Enfiei dois dedos na cona dela, quente, escorregadia. Ela arqueou: ‘Mais fundo, Patrícia, fode-me como mereço.’ Ritmo rápido, polegar no clitóris inchado. Olhei o relógio: 18h15. Coração batia forte, suor frio. ‘Imagina o Filipe a ligar agora.’ Isso acelerou. Ela virou-me, saia subida, cueca de lado. Língua dela na minha cona, lambendo lento, sugando o clitóris. ‘Estás encharcada, sua traidora.’ Gozei na boca dela, pernas tremendo, mordendo o lábio para não gritar. Líquido escorrendo pelas coxas.

O Encontro Rápido e Intenso no Carro

Não acabou. Ela pegou no strap-on do banco de trás – sempre pronta. ‘Abre as pernas, vadia.’ Enfiou na minha boca primeiro, chupei babando, gosto a borracha e saliva. Depois, posicionou-me de quatro no banco apertado. Empurrou devagar, cona esticada, preenchida. ‘Sente o meu caralho, melhor que o do teu marido?’ Fodia forte, mãos na minha aliança, girando o anel. ‘Isto prova que és minha.’ Ritmo urgente, carro balançando leve. Olhei pelo vidro: gente no hipermercado, metros de distância. Terror e gozo misturados. ‘Vou gozar, Sílvia, fode mais!’ Ela acelerou, corpo colado, suor misturado. Explodi, cona contraindo no strap-on, grito abafado no braço dela.

Ela gozou depois, eu chupando-a, dedos dentro, lambendo tudo. 18h40. Limpei rápido, beijo final: ‘Até amanhã, minha puta secreta.’ Voltei ao carro, pernas moles, cona latejando, cheiro de sexo no ar. Cheguei a casa, Filipe: ‘Onde estavas? Jantar pronto.’ Sorri, ‘Trânsito, amor.’ Beijei-o, sentindo o gosto dela na boca. Ele não nota. Mas eu… excitada para caralho. O segredo queima, aliança fria no dedo quente. Amanhã, outro risco. Não paro. Esta dupla vida é o meu vício.

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