Sou a Ana, casada há dez anos com o João, um homem estável, gerente numa firma em Lisboa. Trabalho como advogada, vida impecável: casa arrumadinha, jantares em família, aliança a brilhar no dedo. Mas… tenho uma dupla vida. Há meses, enquanto obras em casa, mudei-me para uma vivenda alugada nos subúrbios. Contratei a Emilie, uma jovem empregada francesa, doce e submissa. Todas as manhãs, ela entra no meu quarto, tira os lençóis do meu corpo nu e massageia-me as costas com mãos macias. O João acha que estou em conferências profissionais. Ele não sabe. Ninguém sabe. O meu coração acelera só de pensar no risco.
Hoje, acordei com o clique da porta. Ela entrou, como sempre. Mas o botão da blusa saltou. Vi a morsa no mamilo, a corrente a balançar. O sangue ferveu-me nas veias. Estiquei a mão, agarrei a corrente e puxei. Forte. Ela gritou, um misto de dor e prazer. ‘Não, senhora Ana, por favor… não me faça gozar.’ Tremia toda. Eu? Molhada já. ‘Porquê, Emilie?’ ‘Não posso dizer… a senhora Elodie e o senhor Marc proibiram.’ Os donos da agência que me arranjou a casa. Suspeitava que ela era deles. Puxei mais. Lágrimas nos olhos dela, corpo a convulsionar. Parou no limite. Larguei. Ela caiu na cama, gozando aos solavancos, pernas a tremer. ‘Desobedeci… vão punir-me.’ Acariciei-lhe o cabelo, culpada mas excitada. O relógio ticava. Tinha de voltar a casa ao fim da tarde.
A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome
Almocei com Elodie e Marc, disfarçando o fogo dentro de mim. Emilie serviu, como se nada. Subi ao escritório, mas Elodie chamou-me à biblioteca. Lá estava ela: nua, só com as morsas nos mamilos, mãos acorrentadas ao teto. Pele branca, perfeita. A minha cona escorria. ‘Confessou tudo, a pequena puta. Fizeste-a gozar?’ Corar, mas negar? Impossível. ‘Desculpa, Elodie.’ ‘Não te culpo. Culpo-a a ela.’ Emilie gemeu, rebolando. ‘Toca-lhe na cona.’ Hesitei. ‘Dás consentimento para ordens?’ Acenei. Toquei. Encharcada, empurrou-se contra a minha mão. Pancada na nádega dela. Grito de prazer. ‘Beija-a!’ Chupei a língua dela, puxei as correntes. Ia gozar. ‘Para!’ Marc entrou. Frustração dela, minha também. Vendou-a os olhos. ‘Vou foder a minha mulher, tu não vês.’ Virou-se para mim: ‘Queres ver?’ ‘Sim…’ Elodie no sofá, pernas abertas. Marc enterrou a cara na cona dela. Olhámo-nos nos olhos enquanto eu me masturbava, clítoris inchado. Ela gozou, gemendo alto.
O Êxtase Proibido e o Regresso à Normalidade
Marc parou-me a mão. Frustração pura. ‘Não és nossa sub, mas aceitaste ordens.’ Brinquei: ‘Só da Elodie.’ Riram. ‘Despicha-te!’ Nua, cona a pingar. Mastrebei à frente dela, descrevendo: ‘Sinto os dedos na minha cona molhada, Emilie, queres provar?’ Marc limpou o sumo dela no dedo, mandou-me lamber. Resistir? Lambi devagar, chupando como uma pila. Depois, sussurrei ao ouvido dela: ‘O teu mel é doce, depois azedo… queres?’ ‘Sim, senhora!’ Deixaram-nos sozinhas. Camara no canto, palavra de segurança ‘Livro’. Tirei o venda. Fiz cheirar os meus dedos molhados. ‘Queres?’ Limpei-os na minha boca. ‘Delicioso!’ Ela chorava de desejo. Chupei a língua dela. Depois, sentei-me, pernas abertas: ‘Lambe-me a cona!’ A língua quente, devagar no clítoris. ‘Puxa-me os mamilos, puta!’ Gozei forte, corpo a tremer.
Deitei-a no sofá, amarrei-a com cordas e algemas. Womanizer no clítoris, scotchei. Liguei. Arqueou-se, gritou. Aumentei. Squirtou, inundando tudo. Beijei-a: ‘Foste perfeita.’ Desamarrei-a, vesti-me a correr. Coração aos pulos, aliança fria no dedo quente do prazer. Voltei a casa antes do João. Jantar normal, beijo na cara. Dentro de mim, o fogo. O segredo. Amanhã? Mais. Adoro isto. O risco de ser apanhada… faz-me foder o ar só de lembrar.