Confissão: Empurrar a Porta do Meu Jardim Secreto como Esmeralda

Sou a Helena, 35 anos, casada há dez com o João, o chefe bruto da produção na fábrica onde trabalho como assistente administrativa. Toda a gente me vê como a esposa perfeita: discreta, sempre sorridente nas festas da empresa, sem filhos mas com uma casa impecável. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o coração aos pulos, o medo de ser apanhada. O João é um porco autoritário, grande boca, zero romance. Eu finjo, mas sonho com mais.

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Quarta-feira passada, levei o auditor da sede à estação de comboios de alta velocidade na vila ao lado. Tempo livre, esperei no cais. Regressei ao carro no parque do Hotel Central, mesmo em frente. Parei de repente. O Filipe, diretor do lab do nosso departamento, saía do hotel… não, espera, eu é que saí do hotel ao braço de um homem na casa dos 50, elegante, não o meu marido. Cruzei com ele, fingi indiferença. Os nossos olhares prenderam-se uma fração de segundo. Ele abriu a porta do carro, eu dei dois beijos castos no meu amante – para despistar.

O Segredo que Podia Ter Acabado Tudo

No caminho a casa, o pânico: e se ele fala? O João mata-me. Mas no fundo, excitação. Meu coração batia forte, a aliança no dedo pesava contra a memória da mão dele na minha cintura. Na fábrica, o Filipe e o Mansour, o informático, babam por mim. Eu sei. Fantasio com eles às vezes. Mas o Filipe viu. Tenho de o calar.

Dias depois, chove a cântaros. Vou ao pavilhão dele no trabalho, pré-texto de papéis. ‘Filipe, podemos falar?’ Ele abre, olhos esbugalhados. ‘Entra.’ No sofá, tiro o impermeável. ‘Tu viste-me na estação.’ Ele gagueja: ‘Não sei do que falas.’ ‘Mentiras. Saí do hotel com um homem. Imaginas o que fizemos?’ Ele cora. ‘Não é da minha conta.’ ‘O que vais fazer? Contar ao João?’ Ele respira fundo: ‘Nada. És discreta, eu também.’ Alívio, mas os olhos dele desviam-se para as minhas pernas. A saia fenda alta, senta-se e… vejo. Ele vê a minha cueca branca de algodão.

Meu Deus, o risco. ‘Filipe, eu vim pronta para tudo pelo teu silêncio.’ Ele ri nervoso: ‘Tudo?’ ‘Tudo.’ Pausa. ‘Sempre te desejei, Helena.’ ‘Eu também, desde a festa de Natal.’ Levanto-me, ele aproxima-se. Mãos nos rostos, beijo. Línguas quentes, urgentes. ‘Temos pouco tempo, o João espera.’ Ele leva-me à cama. ‘Quero empurrar a porta do jardim de Esmeralda.’ ‘Esmeralda sou eu?’ ‘Sim, o teu jardim secreto.’

O Êxtase Rápido e o Regresso à Rotina

Deito-me, ele ajoelha-se, tira-me os sapatos. Mãos sobem pelas coxas, sinto o calor. Chega à cueca, roça o clitóris por cima do tecido. Gemo baixo. ‘Molhada já.’ Tira a saia, a cueca. Toison loira, lábios inchados, húmidos. Cabeça entre pernas, língua no sulco. Chupa, lambe o clitóris, dedos dentro. ‘Ah, Filipe, fode-me com a boca!’ Dois dedos pistam rápido, língua circular. Pernas tremem, aperto a colcha. ‘Vou gozar!’ Arqueio-me, jorro na boca dele. Ele lambe tudo, selvagem.

Eu levanto-me, arranco-lhe a roupa. Pau duro, grosso. Chupo, engulo fundo, mão na base. Ele geme: ‘Para, ou gozo!’ Tiro o soutien, ele mama os mamilos duros. Deito-o, monto. Guio o pau à cona ensopada. Desço devagar, sinto-o preencher-me. ‘Que caralho grande!’ Cavalgada rápida, seios balançam. Ele agarra as nádegas, bate forte. ‘Mais rápido, puta casada!’ Gozo outra vez, cona contrai no pau dele. Ele vira-me, fode por trás, brutal. ‘Vou encher-te!’ Sinto o esperma quente dentro. Caímos ofegantes.

Dou banho rápida, visto-me. ‘Isto fica entre nós.’ Ele: ‘O teu jardim é meu agora.’ Saio, dirijo para casa. O João grunhe no sofá. ‘Onde estavas?’ ‘Trabalho.’ Sorrio por dentro. Aliança brilha, mas a cona lateja com o sêmen dele. Amanhã, mais. O segredo excita-me mais que o sexo. Dupla vida: esposa de dia, puta secreta à noite. Coração acelerado, já molho outra vez só de pensar.

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