Sou a Ana, 48 anos, casada com o João há 25. Vida impecável: casa em Lisboa, dois filhos na uni, gerente num banco. Todo mundo me vê como a senhora perfeita, aliança brilhando no dedo, sorrisos educados nas reuniões. Mas… por dentro, queimo. Há um mês, no seminário de negócios, cruzei com a Mayumi. Ela é executiva de Singapura, asiática linda, corpo esguio, saia curta de couro, botas altas. Flertou descaradamente com o João, meu marido, na minha frente. Em vez de ciúmes, molhei. Imaginei ela me chupando, eu lambendo aquela cona depilada. Desde então, mensagens secretas. ‘Vem ao hotel hoje, teletrabalho?’, escreveu ela. Coração disparado. Olho a aliança, penso no jantar em família. Mas o desejo vence. Saio de casa às 10h, carro no estacionamento do hotel, pasta ‘confidencial’ na mão. Disfarçada de business woman: saia lápis apertada, óculos, batom vermelho. Pernas tremem subindo as escadas. E se me virem? E se o João ligar? Bato na porta 38. ‘Quem é?’ Voz dela, rouca. ‘Serviço de quarto, documento urgente.’ Abro a porta, entro, fecho com o pé. Ela surpresa, eu a empurro contra a parede, corpo no dela. ‘Lembra de mim, sua puta? O Frenchie é meu marido.’ Ela ri, olhos pretos faiscando. ‘E daí? Solta meu braço, vadia.’ Mas sinto o calor dela, cheiro de perfume misturado com excitação. Minha mão desce, apalpo sua saia. ‘Você queria chupar ele. Agora chupa mim.’
Tiro a calcinha devagar, ainda com resquícios do sêmen do João de manhã. ‘Olha, fresca. Prova.’ Ela resiste, mas eu puxo sua trança negra, forço o rosto dela na minha cona. Língua dela toca o tecido molhado. ‘Lambe direito, sente o gosto dele na minha buceta.’ Ela obedece, língua quente limpando o pano, depois direto na carne. Meu clitóris incha, coração na garganta. ‘Assim, vadia, enfia a língua no meu cu.’ Gemo baixo, urgência total – tenho que voltar pro almoço. Ela me chupa voraz, dedos finos entrando em mim, dois, três. ‘Você é louca, mas molhada pra caralho.’ Viro-a, rasgo a saia, culote de seda cai. Cona dela raspada, lábios grossos brilhando. Ajoelho, cheiro muscado invade. Lambeio devagar, saboreio o mel grosso. ‘Delícia, Mayumi, sua puta asiática.’ Ela geme, mãos no meu cabelo grisalho. ‘Mais forte, come minha buceta toda.’ Enfio o polegar no cu dela apertado, língua no clitóris inchado. Ela treme, goza gritando, jorro quente na minha boca, gosto picante. Eu monto no rosto dela, rebolo rápido. ‘Vai, me faz gozar antes de eu ir.’ Língua dela fode meu buraco, dedos no cu meu. Orgasmo explode, perco as pernas, esguicho nela. Sudorejo, cheiro de sexo no ar. ‘Domingo, na minha casa. Secreto.’ Ela assente, olhos vidrados.
A Rotina Perfeita e o Desejo que Consome
Volto pra casa, banho rápido, aliança lavada mas mente suja. João chega à noite, beija minha mão. ‘Dia bom, amor?’ ‘Perfeito’, minto, cona ainda latejando. Jantamos, rimos, transamos na cama conjugal. Ele me fode devagar, mas eu penso nela – a trança, o cu apertado. Gozo forte, mordendo o travesseiro. Ele dorme, eu acordo excitada. Meu segredo pulsa: esposa fiel de dia, puta lésbica de noite. Adrenalina do risco me vicia. Amanhã, mais uma ligação pro banco. Mas domingo… ai, domingo. Meu coração já bate mais forte. Quem sou eu agora? Duas Anas, uma vida dupla. E eu amo isso.