Sou a Maria, 35 anos, portuguesa em Clermont-Ferrand há dez anos. Casada com o João, engenheiro certinho, temos uma casa bonita, dois filhos, eu sou advogada num escritório respeitável. Todo mundo me vê como a mulher perfeita: saias discretas, aliança brilhando no dedo, sorrisos educados nas reuniões. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Hoje, no intervalo do almoço, vi-o: alto, olhos penetrantes, sotaque estrangeiro. Chamava-se Gabriel. Estávamos na praça perto da Basílica Notre-Dame du Port. O meu coração começou a bater forte, bum-bum, como um tambor. ‘Olá, linda’, disse ele, aproximando-se. Eu hesitei, olhei para a aliança. ‘Estou casada’, murmurei, mas os meus olhos diziam o contrário. Ele sorriu, roçou o braço no meu. Senti um arrepio. Tinha de voltar ao trabalho, mas o desejo crescia. ‘Vamos ver a basílica?’, propôs. ‘Só um bocadinho’, respondi, culpada mas excitada. Caminhámos juntos, o vento a levantar a minha saia, as minhas cuecas já húmidas. No confessionário, escondidos, os amigos dele passaram ao lado. Ouvi o namorado ciumento confessar-se do outro lado da grade. ‘Ela é uma vadia, padre, obriga-me a comer-lhe a cona toda’. Ri baixinho, o Gabriel apertou-me as coxas. ‘Quieta’, sussurrou, a mão já na minha blusa, beliscando os mamilos duros. O risco… meu Deus, o risco de sermos apanhados. Saímos dali a correr, mãos suadas, direto para o hotelzinho ali perto.
A porta mal fechou e estávamos nus. Ele atirou-me para a cama, abriu-me as pernas. ‘Que cona molhada, Maria’, grunhiu, enfiando dois dedos. Gemi alto, ‘Fode-me já, por favor’. O caralho dele era grosso, latejante, maior que o do João. Entrou de rompante, fundo, batendo no meu útero. ‘Ahhh, sim!’, gritei, cravando as unhas nas costas dele. As minhas pernas envolveram a sua cintura, puxando mais. Ele bombava forte, rápido, os colhões a bater no meu cu. Senti a aliança fria contra a pele quente dele. ‘Imagina se o teu marido soubesse’, provocou, mordendo o meu pescoço. Gozei primeiro, a cona a apertar-lhe o caralho, jatos quentes a escorrer. Ele não parou, virou-me de quatro, enfiou de novo. ‘Agora o teu cu’, disse, cuspindo no buraco. Hesitei um segundo – nunca com o João – mas o desejo venceu. Entrou devagar, ardendo, depois fustigou. ‘Que cu apertado, puta casada’. Gozei outra vez, tremendo toda, gritando abafado na almofada. Ele explodiu dentro, esperma quente a encher-me o cu. Caímos exaustos, suados, cheirando a sexo.
A Rotina Impecável e o Desejo que Me Consome
Vesti-me a correr, maquiagem arrumada, mas o esperma ainda escorria pelas coxas. ‘Volta amanhã?’, perguntou ele. ‘Talvez’, pisquei, saindo. No carro, o coração ainda acelerado, sorri. O João ligou: ‘O jantar está pronto, amor’. Beijei-o na cara, sentindo o cu latejar. Ninguém sabe. Sou a esposa perfeita de dia, a vadia secreta de noite. Esse frisson… vicia. Amanhã, quem sabe, volto à basílica. O segredo é meu, e o prazer, imenso.