Confissão: A Empregada Casada que Não Resiste ao Risco Proibido

Sou a Maria, casada com o João há 15 anos. Vida organizada: casa impecável, eu a limpar casas de ricos durante o dia, ele no emprego fixo. Ninguém suspeita, mas eu tenho uma dupla vida. Adoro o frisson do proibido, o risco de ser apanhada. A aliança no dedo lembra-me o marido, mas o coração acelera com o desejo secreto. Hoje, na casa do Marc, advogado jovem e casado. Chego cedo, ele acha que estou atrasada. Limpo a cozinha, ouço ruído na casa de banho. Abro a porta devagar… Meu Deus. Ele está de pé, calças e cuecas nos tornozelos, a pica dura na mão direita, o caralho latejante, vermelho no topo. Lê um livro, excitado. Os olhos dele encontram os meus. Paro, o coração bate forte. Sinto o rubor na cara, as pernas tremem. Deveria fechar a porta, fingir nada. Mas a pica dele pulsa, e eu… eu molho-me já.

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— Mas que raio fazes? Acabei de limpar tudo! — digo, voz rouca, mas os olhos fixos no pau dele.

O Segredo que Começou com um Barulho Suspeito

Ele gagueja, tenta esconder, mas não consegue. A vergonha dele excita-me mais. A aliança pesa no meu dedo, João espera-me em casa ao jantar. Mas aqui, o ar cheira a tesão. Dou uma palmada seca na mão dele, a pica salta livre. Ajoelho-me devagar, o chão frio nas pernas. Pego no caralho com a mão direita, o polegar na base do glande. Aperto forte, puxo o prepúcio para trás, expondo tudo. Ele geme. Com a esquerda, acaricio as nádegas firmes, enfio a mão na racha, dedos para baixo. Ele abre as pernas. Chego às bolas, aperto-as entre polegar e indicador, penduro-me nelas. Ele treme, mistura de dor e prazer. Puxo o prepúcio mais, o glande fica púrpura, lateja com o sangue. Oscilo as bolas, sinto o pulsar.

— Isto é castigo, pá — murmuro, excitada pela urgência. Começo o vaivém lento, mão como punho apertado. Cada passada dói um pouco na base do glande, mas ele adora. Massa as bolas com a esquerda, o polegar procura o cu, pressiona o períneo. Ele respira fundo, esquece a vergonha. Acelero, rotina deliciosa. O cheiro de macho invade-me, molho as cuecas.

O Prazer Explosivo e o Regresso à Vida Normal

— Achas que eu faço tudo? Canso-me! Vai, porco, mexe-te! — solto a pica, ele fica pasmado. Faço um anel com polegar e indicador da direita. Ele hesita. Dou palmada no pau, dói, ele avança. Enfio o polegar no cu dele, ele empurra, fode o meu anel de dedos. — Isso, fode-me os dedos, caralho! Mais rápido, puto casado!

Ele acelera, respira ofegante. Aperto as bolas, o caralho entra e sai do anel, glande roxo brilha. Sinto-o perto. Enfio o polegar fundo no cu, pressiono a próstata. Ele contrai, urra baixo. Solto tudo no último segundo. O pau treme sozinho, jorra porra grossa, salpica o lavatório, o chão. Ondas de gozo, corpo arqueado.

— Vês? Sujava tudo! Limpa tu, que eu já limpei! — levanto-me, saio rápida, coração aos pulos. Visto o casaco, saio de casa. No carro, toco na aliança, sorrio culpada. Chego a casa, João beija-me: — Tudo bem, amor? Jantar pronto. — Sim, tudo na mesma. Mas sinto a humidade entre as pernas, o segredo queima. Amanhã, outro cliente? O risco vicia-me. Ninguém sabe, e isso excita-me mais que tudo.

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