Confissão Íntima: Minha Dupla Vida com um Amante Negro Secreto

Eu sou a Ana, 35 anos, casada com o João, diretor de uma firma de contabilidade aqui em Lisboa. De dia, sou advogada num escritório chique no Chiado, sempre impecável no fato-talhado, salto alto, aliança a brilhar no dedo. Acordo às 7, café bio, ginástica no ginásio do bairro, depois escritório até às 18h. Jantares em família, missa aos domingos. Perfeita, não? Mas… tenho um segredo que me deixa o coração aos saltos.

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Tudo começou na paróquia. Ajudo migrantes, uma boa obra do padre. Há uns meses, conheci o Joseph, eritreu, doutor em direito, fugido do regime. Alto, 1,95m, voz grave, francês perfeito com sotaque sexy. Vinha ler Baudelaire na minha biblioteca. Conversas profundas, passeios no jardim da Estrela. Ele tão elegante, eu a sentir um formigueiro na cona só de o ver. O João nem sonha. Eu volto para casa, cheiro a ele, mas disfarço com perfume.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido

A tensão crescia. Ontem, mandei mensagem: “Passo aí às 16h, antes do jantar”. Coração disparado no metro. Bati à porta do quarto dele no Bairro Alto, ascensor avariado, subo escadas a ofegar. Ele abre, nu, só com toalha minúscula. “Desculpa, acabei de tomar duche”. Olhos no chão, mas vi… Meu Deus, aquela caralho preta enorme, grossa, veia a pulsar. Aliança no dedo, mão dele na minha cintura. “Não tenhas vergonha, Ana”. Eu… eu tremia.

Ele desabotoou o meu vestido devagar, string já molhada. Nu, ele me rodou, admirou o meu rabo firme, tetas pesadas. “Magnífica”. Beijo voraz, língua dele na minha boca, mãos nos meus peitos. Eu agarrei aquela paixa, quente, dura como pedra. Chupei o caralho, glande a encher-me a boca, saliva a escorrer. Ele me deitou na cama, língua na cona, chupando o clitóris, dedo no cu. “Estás tão molhada, safada”. Eu gemi: “Fode-me, Joseph, mas devagar, é grande demais”.

O Êxtase Rápido e o Regresso à Realidade

Ele entrou, devagarinho. Cona a esticar, dorzinha boa, cheia até ao fundo. Aliança roçando no peito dele, contraste louco. Ritmo lento, depois forte, pistonando. Eu em cima, cavalgando, tetas a balançar. “Gostas da caralho negra, bourgeoise católica?”. “Sim… fode a tua puta branca”. Levantei-me, debruçada no espelho, vi o caralho preto a entrar no meu cu branco. Claques no rabo: “Diz, safada”. “Adoro a tua caralho preta no meu cu!”. Gozei três vezes, ele jorrou dentro, esperma quente a escorrer.

Vesti-me a correr, cona inchada, cu ardendo, mas sorriso culpado. Beijo rápido: “Quarta, amor”. No carro para casa, João liga: “Jantar pronto?”. “Sim, chego já”. Cheguei, beijo no rosto dele, cheiro a sexo disfarçado no chuveiro rápido. De noite, deito-me ao lado do marido, cona ainda latejante, penso no risco. Adrenalina pura. Amanhã, rotina de novo, mas o segredo me excita. Sou a Ana perfeita… e a puta secreta. Quem diria?

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