Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida e o Caso Ardente com o Empregado

Sou a Ana, 28 anos, advogada em Lisboa. Casada há seis meses com o Miguel, um executivo de 45. Toda a gente me vê como a mulher perfeita: elegante, profissional, com uma aliança a brilhar no dedo, casa impecável nos subúrbios. Mas… ele partiu para Angola há três meses. Missão longa. Escreve-me todos os dias, diz que já arranja casa para eu ir. Eu? Eu aguento mal. À noite, deito-me sozinha, o corpo a arder. Masturbo-me duas vezes por dia, com a mignonette, mas não chega. Sinto o fogo no baixo-ventre, as coxas a roçarem-se sem parar. Gemo sozinha, o coração aos saltos. Os empregados notam: fico corada, irritada, sem apetite. Ontem, quase esmaguei um livro de raiva. Não dá mais. Preciso de um homem. De um caralho de verdade.

Era cedo, a empregada já tinha saído. Eu na nuisette fina, sentada à secretária, cabelo despenteado, a tentar escrever ao Miguel. ‘Estou a morrer de saudades… e de tesão’, pensei. Entra o Pedro, o empregado novo, forte, uns 30 anos. Vê-me assim, quase nua, o rabo a despontar. ‘Desculpe, senhora’, diz, virando-se para sair. ‘Fica!’, ordeno, voz rouca, autoritária. Nem eu sabia que a tinha. Levanto-me devagar, costas voltadas. Pego no urinol, coloco no meio do quarto. Viro-me, olhos nos dele, peito arfando sob o tecido transparente. As tetas duras, inchadas. Abro as pernas, subo a nuisette. A cona aberta, molhada, a pulsar. Mijo devagar, o jato quente a escorrer pelas pernas. Ele fica paralisado, a braguilha a inchar. Dura uma eternidade. Acabo, dou-lhe uma toalha. ‘Limpa-me’, digo, provocadora.

A Rotina Perfeita que Meia um Desejo Insaciável

Ele aproxima-se, mãos firmes nas coxas. Eu guio-lhe a mão à cona. Silêncio. ‘A senhora quer um banho?’, pergunta, voz grave. Largo as alças, fico nua. Humilhação e desejo aos montes. Olho para o volume no fato dele. Choro por dentro, mas quero que me foda já. Ele pega-me ao colo, leva-me à casa de banho. Coloca-me na banheira, abre o chuveiro. O jato quente na pele, nos seios, no ventre. Desce, circula na cona. Gemo alto. Ele enfia o chuveiro dentro de mim! Água a invadir, a foder-me por dentro. Gozo sem parar, pernas abertas, corpo a tremer. Mordo-lhe o dedo para não gritar. Para o jato devagar, eu convulsiono.

O Encontro Explosivo e o Segredo que Me Excita

Não sei como, mas ele leva-me à cama, amarra-me as mãos e pés em cruz, venda nos olhos. Sinto um corpo nu, quente, sobre mim. O caralho dele, grosso, entra devagar. Tiro a venda, vejo-o perto, olhos de fogo. ‘Chiu’, sussurra, dedo nos lábios. Fode-me lento, fundo, depois rápido. Puxa quase todo fora, brinca nas lábios da cona, entra de novo até ao fundo. Grito como puta no cio. Gozo tantas vezes que desmaio. Acordo horas depois, exausta, feliz.

À noite, dou-lhe uma boa indemnização e dispenso-o. ‘Obrigada pelos serviços’, digo, calma. Volto à rotina: reunião no escritório, jantar sozinha, aliança no dedo. Mas o segredo queima. Cada vez que olho para a cama, sinto o coração acelerar. A culpa? Pouca. O risco de ser apanhada? Dá-me tesão. Amanhã, volto ao trabalho, a boa esposa. Mas à noite… quem sabe? Esta dupla vida é o meu vício.

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