Sou a Inês, 36 anos, casada com o Miguel há 10 anos. Vida perfeita: casa em Lisboa, emprego como gerente de marketing, jantares em família. Mas… tenho um segredo. O António, marido da minha irmã Rita. Começou há meses, numas férias. Ele fode-me como ninguém. O risco? Enlouquece-me. Coração a bater forte só de pensar.
Este verão, fomos os quatro ao Algarve. Falésias em Sagres, escalada para ‘remeter em forma’. Eu, de short apertado, harnês a apertar a cona. Miguel e Rita à frente, eu e António atrás. Olhares. Ele sorri, eu sinto o calor subir. ‘Cuidado, Inês’, diz ele, mão na minha cintura. Demasiado tempo. A aliança no meu dedo brilha ao sol, contrasta com o desejo sujo. Rita ri lá em cima, Miguel nem nota. Eu… molho-me já.
A Tensão da Escalada e o Meu Segredo
Subimos devagar. Eu vejo o cu da Rita no harnês, mas penso no caralho do António. Ele passou-me à frente num lance difícil. Olho para baixo: mar azul, 20 metros de queda. Adrenalina. ‘Vem, Inês, eu seguro-te’, sussurra. As nossas cordas tremem. Paro num piton, ele desce um pouco. Ninguém vê. ‘Rápido’, digo eu, ofegante. Ele ri baixo. ‘Sabes que sim.’ A tensão? Insana. Vida normal acima, tesão proibido aqui.
Chegamos a um platô escondido, quase no topo. Rita e Miguel já lá em cima, a descansar. ‘Dois minutos’, minto eu pelo rádio. ‘Preciso de água.’ Desapertamos harnéis. Ele puxa-me para trás de uma rocha. Coração aos pulos. ‘Filha da puta, casada e gulosa’, murmura, mão na minha cona por cima do short. Eu gemo. ‘Cala-te, António. Fode-me já.’ Ele baixa o meu short, cueca de lado. A cona exposta ao vento salgado. Molhada que nem uma puta.
O Foda Rápido e o Risco de Ser Apanhada
Ele abre a braguilha, caralho duro, grosso, veias saltadas. Eu àjo, engulo-o inteiro. Boca cheia, saliva a escorrer. ‘Assim, Inês, chupa o caralho do teu cunhado.’ Eu mamo voraz, língua na cabeça, bolas na mão. Ele agarra-me o cabelo. ‘Levanta-te.’ Vira-me contra a rocha. Pernas abertas, harnês ainda meio preso. Ele cospe na mão, esfrega na roseta. ‘No cu? Aqui?’, pergunto, excitada e com medo. ‘Sim, ranhosa. Relaxa.’ Empurra devagar. Dói, mas arde bem. Entra todo, bolas a bater na cona.
Fode-me forte, rápido. Cada estocada, sinto o risco. Vozes lá em cima: ‘Inês, onde estás?’ Coração explode. ‘Já vou!’, grito, voz tremida. Ele acelera, mão na boca. ‘Vais gozar no meu caralho, puta casada.’ Eu aperto o cu nele, unhas na rocha. Orgasmo vem como avalanche: tremo toda, cona a pulsar sem tocar. Ele grunhe, enche-me o cu de porra quente, jatos grossos. Sai, porra escorre pela perna. Eu puxo cueca, short acima. Tremendo.
Subo os últimos metros, rosto corado. ‘Caíste?’, pergunta Rita, rindo. ‘Quase’, minto, sentindo a porra fria na pele. Miguel abraça-me: ‘Boa, amor.’ A aliança toca o peito dele, mas o cu arde com o caralho do António. Jantamos na praia, risos, vinho. Ninguém sabe. Eu sorrio, excitada. Esta dupla vida… vicia. Amanhã mais escalada? Meu Deus, sim. O segredo guardado, o frisson de ser apanhada. Sou profissional de dia, puta secreta à noite. E adoro.