Acordei cedo, como sempre. O chuveiro quente escorrendo pelo meu corpo nu. Água nos seios, descendo pela barriga, entre as pernas. Meu coração já acelerado só de lembrar dele. Sou Ana, 38 anos, casada com o João há 12. Advogada em Lisboa, vida perfeita: casa arrumadinha, filho na escola, jantares em família. Mas… puta que pariu, eu adoro isso de ter dois mundos. A aliança no dedo esquerdo brilha enquanto me seco. Culpa? Um pouquinho. Mas o tesão ganha sempre.
No trabalho, finjo concentração nos papéis. Mas as mensagens dele chegam: “Preciso da tua cona hoje, Ana. Estaciono no sítio do costume.” Meu cu aperta de excitação. Minto pro João: “Reunião extra, chego tarde.” Ele acredita, coitado. Saio do escritório com as pernas tremendo, a saia colando na pele suada. Dirijo até Cascais, praia quase vazia ao fim do dia. O carro dele, preto, escondido atrás das dunas. Paro ao lado, entro rápido. Ele já está duro, calças desabotoadas.
A Rotina Falsa e o Desejo que Queima
“Foda-se, Ana, entra logo aqui atrás”, rosna ele, puxando-me pro banco de trás. Fecho a porta, o coração na boca. Alguém pode passar? Um casal a passear? Adrenalina pura. Ele arranca minha blusa, sutiã voa. Chupa meus peitos com fome, mordendo os mamilos duros. “Tão gostosos, caralho.” Minha mão na aliança, fria, contrasta com o pau quente dele que agarro. grosso, latejando. Desço as calças, monto nele urgente. A cona já molhada escorrega no caralho dele. Empurro pra baixo, gemo alto: “Ai, fode-me forte!” Ele agarra minha bunda, bate de baixo pra cima, rápido. O carro balança. Meu clitóris roça nele a cada estocada, ondas de prazer. “Mais fundo, porra!” Suo, cabelo grudado, cheiro de sexo no ar. Ele enfia um dedo no meu cu enquanto me fode, eu gozo primeiro, tremendo toda, mordendo o ombro dele pra não gritar. Ele vira-me de quatro, mete brutal, pau inteiro na cona encharcada. “Vou gozar dentro, tua puta casada.” Sinto o jorro quente me encher, escorrendo pelas coxas.
Saio do carro a cambalear, cinco minutos pra arrumar a roupa, saia amarrotada, rímel borrado. Beijo rápido, sujo: “Até amanhã, amor secreto.” Dirijo pra casa, o sêmen dele ainda pingando na minha calcinha. Chego, João já na mesa: “Tudo bem no trabalho?” Sorrio, inocente: “Sim, cansada só.” Janto, conversamos do dia a dia, filho ri. Debaixo da mesa, aperto as coxas, sentindo o gozo seco na pele. Ninguém sabe. Eu sou a esposa perfeita… e a vadia que adora o risco. Amanhã, de novo. Meu segredo me faz viva, excitada 24h. Culpa? Vai-se foder. Isso é o meu paraíso proibido.