Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, advogado certinho. Vida perfeita em Lisboa: casa impecável nos subúrbios, dois filhos na escola, eu gerente num banco. Todo mundo acha que sou a mulher ideal. Mas… ai, meu Deus, tenho uma dupla vida. O Pedro, 28 anos, colega do ginásio. Ele é alto, musculado, pau enorme. Encontramo-nos às escondidas há meses. O segredo dá-me um frio na barriga, mas fico encharcada só de pensar.
Hoje, depois do almoço em família, disse ao João que tinha reunião tardia. ‘Volto antes do jantar, amor.’ Ele beijou-me a testa, nem sonha. Coração a bater forte enquanto dirijo para a praia secreta perto de Sintra. Um sítio isolado, rochedos altos, só acessível por trilho íngreme. Ninguém vai lá. Ou quase. Olho para a aliança no dedo, brilha ao sol. ‘Sou uma vadia’, penso, mas as cuecas já estão molhadas.
A Rotina Perfeita e o Fogo Proibido
Chego primeiro, espalho a toalha atrás das rochas. Pedro aparece, sorriso safado. ‘Saudades da tua cona, Ana.’ Beija-me com força, mãos nas minhas tetas. Eu gemo baixo. ‘Cuidado, pode vir alguém.’ Mas ele ri, arranca o meu vestido. Fico de soutienne e tanga. Ele lambe o meu pescoço, desce para os mamilos duros. ‘Tira tudo’, sussurra. Nu, o pau dele já meia-bomba, grosso como o meu pulso. Eu ajoelho, chupo o caralho dele, engulo até à garganta. Ele agarra o meu cabelo: ‘Boa putinha casada.’ Sinto o gosto salgado, o coração aos pulos – e se o João ligasse agora?
Não aguento. Deito-me na toalha, abro as pernas. ‘Fode-me já, rápido.’ Ele enfia dois dedos na minha boceta ensopada, ‘Estás uma piscina.’ Depois, o pau entra todo, de uma vez. ‘Caralho, que apertadinha!’ Eu mordo o lábio, unhas nas costas dele. Ele bombeia forte, tetas a balançar. ‘Mais rápido, antes que eu goze.’ Viro-me de quatro, rabo ao alto. Ele cospe no cu, enfia um dedo. ‘Queres no cu?’ ‘Sim, fode o meu cu de casada.’ O pau desliza devagar, dói mas excita. Ele agarra as minhas ancas, fode como animal. ‘Vou encher-te de porra.’ Eu gozo primeiro, boceta a pulsar, grito abafado contra a toalha.
O Sexo Selvagem e o Risco Máximo
Ele acelera, pau a latejar no meu cu. ‘Toma, vadia!’ Goza jatos quentes dentro de mim, transborda. Puxa fora, porra escorre pelas coxas. Limpamos à pressa com a toalha, risos nervosos. ‘Foi por pouco, ouvi passos.’ Visto-me rápido, aliança suja de areia e suor. ‘Amanhã, mesmo sítio?’ Ele beija-me, vai embora primeiro.
No carro de volta, cheiro a sexo impregna tudo. Limpas as coxas, mas sinto o cu arder, porra a pingar na tanga. Chego a casa, João cozinha. ‘Reunião boa?’ ‘Sim, cansativa.’ Sorrio, ajoelho para beijar os miúdos. Coração ainda acelerado. No banho, toco-me outra vez, revivendo. Ninguém sabe. Sou a esposa perfeita… e a puta secreta. Esse contraste mata-me de culpa, mas fico viciada. Da próxima, mais risco. Quem sabe se ele me fode na carro, com o João a ligar?