Eu sou casada há 10 anos, vida certinha em Lisboa. Trabalho num escritório, chego a casa a horas para fazer jantar. Mas toda terça-feira ao meio-dia, minto ao marido: ‘Vou à piscina para o meu problema nas costas’. É verdade, dói-me as costas de tanto estar sentada, mas… confesso, adoro nadar. E ultimamente, adoro mais uma coisa.
Há umas semanas, vejo-o sempre na mesma linha de nado. Negro, alto, músculos por todo o lado, tipo bodybuilder. Nada bem, mas quando faz costas, o slip de banho marca tudo. Aquele volume… Meu Deus. Fico para trás de propósito, a olhar. O coração acelera, sinto um calor entre as pernas. Olho para a minha aliança a brilhar na água e penso: ‘O que estou a fazer? Sou casada, mãe de família’. Mas não paro. Imagino o tamanho, se ele nota os meus olhares. Ele sorri uma vez, e eu… fico molhada por dentro, mesmo na piscina.
A Rotina Que Esconde Meu Segredo
Hoje, terça, nado as minhas 600 metros, cansada. Paro no canto, ele vem em costas outra vez. Pernas abertas, o pau a balançar no tecido. Quero tocar. Acelero o coração, suor frio apesar da água. Saio, vou para os duches. Ele lá está, nu, água a escorrer nos abdominais. Eu entro no chuveiro ao lado, disfarço, mas a minha cona pulsa. Ele lava-se devagar, olha para mim. ‘Olá’, diz baixo. ‘Olá’, respondo, voz tremida. Saio, pego no gel, volto. A minha boceta quer rebentar o fato de banho.
Ele vai para uma cabine, deixa a porta entreaberta, pisca o olho. Olho à volta: ninguém. Entro rápido, ele tranca. ‘Gostas do que vês?’, sussurra, mão na queue já meia-duro. ‘É enorme… Quero provar’, digo, ajoelho-me. Ele baixa o slip, sai um caralho grosso, veias saltadas, cabeça roxa. 22 cm fácil. Pego, branlo devagar, lambo a cabeça olhando-o nos olhos. ‘Habitualmente só para mulheres, mas tu… na água, enlouqueci’, diz ele, mão no meu cabelo.
O Gozo Explosivo na Cabine
Engulo o máximo, metade só cabe, mas chupo forte, língua a rodar. Ele geme baixo. ‘Puta safada’. Levanto-me, ele arranca o meu fato de banho, mama as minhas tetas duras. ‘Quero comer-te toda’. Sento-me no banco, ele ajoelha, abre as minhas pernas. Lambe a minha cona molhada, chupa o clitóris, mete a língua dentro. ‘Deliciosa, casada e gulosa’. Gemo, mão na aliança, culpa e tesão misturados. Ele lambe o cu agora, língua quente no meu ânus, mete dedo. ‘Mais um’, peço. Dois dedos a foder-me o cu, rápido. ‘Quero o teu pau aí’, imploro.
Ele levanta-me, roça o caralho nas minhas nádegas. ‘Sem preservativo não’. Frota-se entre as minhas cuecas, cabeça a roçar o cu. Cambrada, mãos no pescoço dele, sinto-o pulsar. ‘Goza na minha boca’, digo. Ajoelho, chupo voraz, branlo rápido. Ele explode: jatos quentes na língua, engulo tudo, lambo as últimas gotas. Ele sorri, mão na boca para não gritar.
Agora ele: mama o meu clitóris, dois dedos na cona, um no cu. Pressiona a próstata… não, o ponto G. Gozo forte, pernas a tremer, abafando o grito. Nunca gozei assim. Ele cospe no lenço, beija-me. ‘Semana que vem, trago tudo’. Saio, dou uma ducha rápida. Ninguém viu. Volto ao carro, aliança no dedo, cona a latejar. Chego a casa, marido pergunta ‘Como correu?’. ‘Bem, alívio nas costas’. Sorrio por dentro. O segredo arde, quero mais. Quinta à noite, no quarto com o marido, penso nele e gozo mais forte. Vida dupla… viciante.