Estou aqui, no meu quarto, o meu marido dorme ao lado. Os miúdos na casa ao lado. O meu coração ainda bate forte. Acabei de chegar de ‘trabalho extra’. Mas foi com ele. O Miguel. Eu sou a Inês, 38 anos, advogada respeitada em Lisboa. Casada com o Pedro há 12 anos, dois filhos lindos, casa na periferia, jantares em família. Tudo perfeito. Ou era. Há meses que o Miguel, o meu colega mais novo, me olha de forma diferente. Ele tem 32, corpo atlético, olhos que me despem. Eu resisto. Sou fiel, ou era. Mas o desejo cresce. No escritório, as nossas mãos roçam. Mensagens à noite: ‘Penso em ti’. O meu marido beija-me a testa, eu fecho os olhos e imagino a boca dele. Culpa? Sim. Mas o fogo é mais forte. Hoje, não aguentei. ‘Encontra-me no motel da Marginal, 20h’, mandei. O Pedro acha que fico até tarde no tribunal. Menti. Saí a correr, o coração aos pulos. A aliança no dedo brilha no volante. ‘O que estou a fazer?’, penso. Mas a cona já molha.
Cheguei primeiro. Quarto escuro, cama grande, cheiro a desinfectante. Ele entra, tranca a porta. ‘Inês…’, murmura, e atira-se a mim. Beijamo-nos com fome. As línguas lutam, mãos por todo o lado. Ele apalpa o meu rabo por cima da saia. ‘Quero-te agora’, diz. Eu gemo: ‘Rápido, tenho de voltar antes das 22h’. Ele ri: ‘Adoro o risco’. Tiro a blusa, ele abre o meu sutiã. Os meus peitos saltam, ele mama-os com força. Mordiscas os mamilos, eu arqueio. ‘Caralho, Inês, estás tão molhada’. Baixa a minha saia, as cuecas. A cona exposta, peluda como ele gosta. Eu vejo a aliança no meu dedo enquanto agarro o pau dele. Duro, grosso, veias saltadas. ‘Mete-me a chupar’, ordeno. Ele senta-se na cama, eu ajoelho. Engulo o caralho todo, babo nele. Ele geme: ‘Assim, puta casada’. Engasgo-me, mas adoro. O risco: carros na rua, alguém pode ouvir. Levanto-me, ele deita-me na cama. ‘Abre as pernas’. Eu abro, ele lambe a cona. A língua no clitóris, dedos dentro. ‘Estás a pingar’, diz. Eu gozo rápido, tremendo: ‘Oh foda-se, Miguel!’. Ele não para. Põe a camisinha, sobe para cima. O pau entra de uma vez, fundo. ‘Que cona apertada’, grunhe. Fodo-o com força, unhas nas costas. A aliança roça no peito dele. ‘Imagina o teu marido a ver’, sussurra. Isso excita-me mais. Ele vira-me de quatro, mete por trás. Rabo no ar, ele bate forte. ‘Vou gozar!’, aviso. Gozo de novo, a cona a apertar o caralho. Ele explode: ‘Toma o meu leite!’. Sai, esperma na camisinha. Sudados, ofegantes. Cinco minutos. Tempo recorde.
A Rotina Impecável e o Desejo que Me Consome
Visto-me a correr. Beijo final: ‘Até amanhã no escritório’. Saio, ar fresco na cara. Dirijo para casa, pernas a tremer. O Pedro abre a porta: ‘Cansada?’. Sorrio: ‘Sim, dia louco’. Janto, banho, cama. Deito-me ao lado dele, o cheiro do Miguel ainda na pele. Toquei-me discretamente debaixo dos lençóis. Gozei outra vez, em silêncio. A culpa? Pouca. O segredo é o meu vício. Amanhã, no tribunal, vou olhar para o Miguel e molhar. Dupla vida: mãe perfeita, esposa dedicada, puta secreta. Adoro. O coração acelera só de pensar no próximo risco.