Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida de Casada e o Fogo Proibido no Sauna

Tenho 42 anos, casada há 14, vida perfeita no papel. Trabalho numa PME de consultoria, bem paga, chefe generoso. Marido carinhoso, filho na uni. Mas… tenho uma dupla vida. O João Pedro, 62 anos, o senior atlético, viúvo, é o meu amante há seis meses. Encontros rápidos em hotéis discretos, adrenalina pura. O risco de ser apanhada? Faz-me ferver.

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Este ano, fim de semana de coesão em Lisboa, hotel Mercure top. Marido feliz com a escapadela. Chegamos de comboio, táxi pago pelo patrão. Quarto luxuoso. Ele entra na chuveirada primeiro, eu olho o corpo dele, ainda bom. ‘Passa o gel’, digo, raspando a cona lisa como sempre. Ele ajoelha-se, língua no clitóris, mãos nas nádegas firmes do pilates. Eu gemo baixo, ‘Ai, amor, as pernas tremem’. Gozo rápido na boca dele. Depois, guio-o para dentro de mim, de pé, beijos molhados. Vem tudo, ‘Estás louco, temos de nos arranjar’. Eu rio, coração a bater, mas penso no JP.

A Rotina Impecável e a Tensão do Segredo

Visto a robe azul escura, macia, lingerie branca rendada. Perfeito. No salão, apresentações. Seis casais, JP sozinho, corpo seco de ex-militar, olhos famintos nos meus. Sorri disfarçado. Jantar delicioso. Depois, uns vão dançar. Marido boceja, ‘Estou podre, vou para cima’. Eu: ‘Vou nadar um bocado na piscina com o JP, relaxa’. Ele beija-me, ‘Não demores’. Saio, aliança a brilhar no dedo, cona já húmida. Coração aos pulos. E se ele desce? E se nos apanham?

Piscina vazia, quente. JP já de boxers lycra, pau marcado. Eu tiro a robe devagar, só boxers brancos. ‘Entra’, diz ele. Nado, saio, entro no sauna com ele. Pedras quentes, vapor. Sento de pernas cruzadas, boxers transparente, cona depilada a mostrar-se, mamilos duros a furar o tecido. Ele olha, ‘Estás… linda’. Eu cora, ‘Não olhes assim, o meu marido…’. Mas abro as pernas um pouco, excitação a vencer culpa.

O Sexo Cru e Urgente no Calor do Sauna

‘Tens fantasias com isto?’, pergunta, voz rouca. ‘Às vezes… imagino-te a mim, em segredo’. Silêncio quente. Levanta-se, mão na minha mama, polegar no mamilo. ‘Para…’, sussurro, mas arqueio as costas. Ele beija, chupa forte. Eu gemo, ‘Ai, JP, a aliança… ele pode vir’. Mão dele na cona, dedos a abrir os lábios, ‘Estás ensopada, safada’. Chupo o caralho dele, grosso, vivo, não como plástico. ‘Fode-me agora, rápido’. Ele vira-me, mete de rompante, ‘Caralho, que cona apertada’. Bombo forte, suor a pingar, ‘Mais, rasga-me’. Gozo gritando baixo, ele enche-me de porra quente, escorrendo pela coxa.

Limpo rápido nas chuveiros, ‘Vai primeiro, eu sigo’. Ele sai. Espero, coração disparado, porra a colar as cuecas. Subo, marido dorme. Deito-me ao lado, cheiro a sexo, cona a latejar. Amanhã sorrio no pequeno-almoço, vida normal. Mas sinto a porra seca, o segredo. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Quero mais. Esta dupla vida é o meu vício.

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