Confissão: Minha Noite Proibida com Dois Amantes na Discoteca Secreta

Eu sou a Carla, 35 anos, casada com o Pedro há 10. Vida perfeita: casa em Lisboa, emprego de gerente num banco, jantares em família. Mas… por dentro, queimo. Adoro o risco, o segredo. Hoje minto pro marido: ‘Vou a uma conferência no hotel Tivoli, chego tarde’. Ele acredita. Eu? Vou pra Lux, discoteca no Bairro Alto. Coração aos pulos no táxi. Olho a aliança no dedo, brilha sob as luzes da rua. ‘Não devias, Carla’, penso. Mas a cona já pulsa.

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Entro na pista, música techno explode. Multidão suada, flashes. Vejo uma loira vulgar, rodeada de gajos. Ela mastiga chiclete, provoca. Eu danço perto, roubo olhares. Dois fixam-me: o João, moreno alto, olhos verdes que brilham, e o Miguel, careca fofo, sorriso maroto. A loira grita: ‘Sai da frente, vadia!’ Eu rio: ‘Vai-te foder!’ Eles riem, viram-se pra mim. Danço entre eles, roço o cu no pau duro do Miguel, aperto as tetas contra o peito do João. ‘Escolhe um!’, diz o João. ‘Os dois ou nada!’, grito eu, puta no olhar.

O Segredo que Começou na Mentira

Eles piscam, mas seguem-me. Saímos, atravessamos o corredor escuro pro meu quarto no hotel ali perto. ‘Sou casada, mas foda-se’, penso, mão no caralho deles. Entro no quarto, desabotoo o vestido. String só. Eles tensos. ‘Uísque?’, pergunto, agachando, cu empinado. Preparo copos, bebo rápido. ‘Despiram-se!’ João beija-me, língua gulosa. Miguel mama tetas. Mãos nos paus: grossos, duros. ‘Chupa!’, ordena Miguel. Ajoelho, engulo o do João, bolas na boca. Passo pro Miguel, baba escorrendo.

O Fogo Devorador na Suite

João atrás, levanta string, lambe cu. ‘Que puta molhada!’ Enfia dedos na cona, depois no cu. Gemo. ‘Fode-me!’ Ele mete o caralho na cona, forte. Eu chupo o outro, balanço. Troco: monto no Miguel, pau no cu lubrificado. ‘Aiii, devagar… não, mais forte!’ João na frente, enfia na cona. Double penetration! Gritam: ‘Que cu apertado!’ Eu urro: ‘Fode mais, caralhos! Enchem-me!’ Coração explode, aliança roça pele suada dele. Suor, cheiro de macho, porra prestes. Gozo primeiro, cona contrai, pernas tremem. Eles explodem: porra quente no cu e na cona, escorrendo coxas.

Ficam prostrados. Eu levanto, esperma pinga. ‘Obrigada, rapazes. Fora!’ Riem: ‘Que salope!’ Vestem, saem. Olho relógio: 2h30. Mensagem do Pedro: ‘Tudo bem, amor?’ Respondo: ‘Sim, reunião acabando’. Banho rápido, cheiro de sexo lavado. Volto pra casa, deito ao lado dele dormindo. Mão na cona, lembro os paus. Culpada? Um pouco. Excitada? Muito. Amanhã, vida normal. Mas o segredo arde. Quero mais.

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