Minha Confissão: A Traição Secreta na Villa do Algarve

Eu sou a Ana, casada com o Guilherme há dez anos. Temos dois filhos, a Laura e o Tiago, moramos em Lisboa num apartamento bonito. Eu trabalho em marketing, vida organizada, aliança no dedo brilhando no escritório. Mas por dentro… estou vazia. O Guilherme e eu mal nos tocamos, conversas curtas sobre contas e horários. Sinto falta de fogo, de pele suada, de coração acelerado.

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Um dia, o Paulo liga. Amigo da faculdade, fotógrafo que roda o mundo. ‘Ana, aluguei uma villa no Algarve, praia deserta, piscina infinita. Vem passar a semana comigo? Quero te mostrar minhas fotos.’ Meu corpo tremeu só de ouvir. Paulo sempre foi charmoso, corpo malhado de viagens, sorriso safado. Menti pro Guilherme: ‘Seminário profissional em Faro, a mãe fica com as crianças.’ Ele nem perguntou muito. Fiz a mala rápido, trem pro sul, coração batendo forte. E se ele descobrisse? Essa adrenalina… me molhava já no comboio.

O Segredo que Começou com uma Mentira

Cheguei à villa ao meio-dia. Céu azul, mar turquesa batendo na areia fina. Paulo me abraçou, cheiro de sal e protetor solar, barba roçando minha bochecha. ‘Estás linda como sempre, Ana.’ Ele me levou pra dentro: quartos amplos, terraço com vista, piscina reluzente. Senti o desejo subir, mas olhei a aliança. ‘Sou casada, Paulo. Só amigos.’ Passamos a tarde na praia, rindo, ele tirando fotos minhas com o mar ao fundo. O sol queimava a pele, suor escorrendo entre os seios. Ele mergulhou na piscina à tardinha. ‘Vem, Ana?’ Hesitei. Queria sentir a água fria nos mamilos duros, o corpo dele colado. Mas subi pro quarto, tremendo.

Deitei na cama, cona latejando. Liguei pra minha melhor amiga, a Maria. ‘Maria, tô aqui com o Paulo. Acho que tô a cair por ele.’ Ela: ‘Mas o Guilherme? Mentiste pra ele!’ ‘Eu sei, mas o Paulo me faz sentir viva. O Guilherme é rotina morta.’ Maria suspirou: ‘Segui o teu coração, mas assume as consequências.’ Desliguei, vi Paulo saindo da piscina pela janela. Água escorrendo no peito definido, cueca molhada marcando o volume do caralho. Meu clitóris pulsou. Levantei, desci.

O Prazer Proibido e o Retorno à Rotina

Ele sorriu: ‘Decidiste mergulhar?’ Puxei-o pela mão, beijei com fome. Línguas dançando, gosto de cloro e desejo. ‘Fode-me agora, Paulo. Antes que eu me arrependa.’ Ele me arrancou o vestido, mãos ásperas nas tetas, dedilhando os mamilos duros. ‘Estás tão molhada, safada casada.’ Deitei na borda da piscina, pernas abertas. Ele chupou minha cona, língua no clitóris, dedos enfiados fundo, eu gemendo alto: ‘Assim, caralho, não pares!’ Meu coração martelava, medo de alguém ouvir da praia. Ele se levantou, caralho grosso e duro saindo da cueca. Segurei a aliança com uma mão, a pica dele com a outra. ‘Meta em mim.’ Ele empurrou forte, preenchendo-me toda, bolas batendo na minha bunda. Fodia rápido, urgente: ‘Gostas de ser traidora, hein?’ Eu: ‘Sim, fode mais forte, vai!’ Gozei gritando, unhas nas costas dele, cona apertando o caralho. Ele explodiu dentro, porra quente escorrendo pelas coxas.

Depois, ofegantes, ele beijou meu pescoço. ‘Isto é nosso segredo.’ Tomei banho rápido, vesti-me. Voltei pra Lisboa de trem, cheguei em casa à noite. Guilherme: ‘Como foi o seminário?’ Sorri: ‘Cansativo, mas bom.’ Abracei as crianças, jantei, deitei com o marido. Mas sentia a porra seca na pele, o cheiro dele no cabelo. Amanhã, volto ao escritório, aliança limpa. Mas no fundo, excito-me só de lembrar. Essa dupla vida… o risco de ser apanhada, o fogo proibido. Quero mais. Muito mais.

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