Sou a Inês, 36 anos, casada há 12, dois filhos, secretária num escritório chique em Lisboa. Vida perfeita, né? Marido amoroso, casa arrumadinha, rotina impecável. Mas… tenho uma dupla vida. Um amante secreto: o Miguel, vendedor na loja de sapatos do centro comercial perto de casa. Loiraço, olhos azuis, corpo atlético. Nos encontramos toda quinta, rápido, perigoso. Adoro o frio na barriga, o risco de ser apanhada. A aliança no dedo a roçar na sua pele enquanto o fodo… isso me enlouquece.
Hoje, depois do trabalho, minto pro meu marido: “Vou ao centro comprar uns sapatos novos, chego em meia hora, amor.” Ele ri, “Não demores, janto pronto.” Saio de saltos altos, saia lápis acima do joelho, blusa decotada sem sutiã – pros meus peitinhos pequenos e firmes. Coração bate forte no carro. E se ele suspeita? E se alguém me vê? Estaciono, entro no centro. Multidão, barulho. Passo pela loja, ele está lá, atrás do balcão. Nossos olhares cruzam. Sorrisos cúmplices. Entro, finjo olhar vitrines. “Boa tarde, posso ajudar?” Voz grave, baixa. “Quero experimentar uns saltos pretos, tamanho 37.” Ele pega as caixas, me leva pro banco isolado no canto. Sento, cruzo pernas. Ele ajoelha, toca meu tornozelo. Pele arrepia. Olho a aliança brilhando. Culpa? Um pouco. Mas a cona já lateja, molhada.
O Mentira que Iniciei e o Coração Acelerado
“Estão apertados?” Ele desliza a mão pela minha panturrilha, devagar. Abro as pernas sutil, saia sobe. Ele vê a renda da calcinha. Respiração pesada. “Vem ver no espelho da cabine, senhora.” Levanto, sigo-o. Cabine pequena, porta entreaberta – risco total, clientes por perto. Ele entra atrás, tranca mal. Mãos nas minhas coxas. “Senti sua falta, safada.” Beijo urgente, línguas se enroscam. Rasga blusa, mamas livres. Chupa tetas duras, rosadas. “Que delícia, sem sutiã de novo.” Gemo baixo, “Fode-me já, rápido.” Ele baixa calças, caralho grosso, veiudo, latejante. Pego, mama voraz – saliva escorrendo, bolas na mão. Ele geme, “Porra, Inês, engole tudo.” Mas urgência: viro de costas, saia arriada, calcinha de lado. Ele enfia de supetão. “Ahhh, caralho!” Fode forte, mão na boca pra não gritar. Aliança roça parede, lembra marido. Coração explode, cona aperta pau. Ritmo alucinante, coxas batendo. “Vou gozar!” Ele dentro, jatos quentes enchem-me. Eu tremo, orgasmo violento, pernas moles. Sai, limpa com lenço. “Volta na próxima, puta casada.”
Saio cabine, pernas bambas, gozo escorrendo coxa. Ajusto saia, blusa. Compro os sapatos – disfarce perfeito. “Obrigada, até breve.” Sorriso dele, malicioso. Corro pro carro, cheiro de sexo no ar. Marido liga: “Onde estás?” “Já chego, amor, trânsito.” Chego casa, janto pronto. Beijo ele, gosto de porra na boca. Ele nota? Não. Sento, cona ainda latejando. Noite toda excitada, penso no risco. Amanhã, volto à rotina: esposa perfeita. Mas o segredo queima. Quero mais. Muito mais.