Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Esposa e Amante Secreta

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, dois filhos, casa em Lisboa, emprego estável num escritório de contabilidade. Aos olhos de todos, sou a esposa perfeita: jantares em família, missa aos domingos, sorrisos no trabalho. Mas… ai, meu Deus, tenho um segredo que me consome. O Miguel, meu amante, um colega de 35, alto, moreno, com aqueles olhos que me desarmam. Começou com olhares na copa do escritório, depois mensagens: ‘Quero-te agora’. Meu coração acelera só de lembrar. Hoje, o João saiu cedo para uma reunião, as crianças na escola. Eu no banho, sentindo a aliança no dedo, fria contra a pele quente. ‘Não devias’, penso, culpada. Mas a cona já lateja, molhada só de imaginar. Ele manda SMS: ‘Capela velha no parque, 15h. Rápido, antes de ires para casa.’ O risco… e se alguém vê? E se o João descobre? Mas é isso que me excita. Visto saia justa, blusa decotada, sem cuecas. Olho-me ao espelho: respeitável, mas pronta para foder. Saio, coração aos saltos, suor nas palmas. Dirijo nervosa, o trânsito eterno de Lisboa me irrita. ‘Só mais uma vez’, minto a mim mesma.

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Chego à capela abandonada, escondida no parque. Ele espera encostado à parede, calças desabotoadas, caralho já meio duro visível. ‘Ana, minha puta casada’, sussurra, puxando-me para dentro. A porta range, poeira no ar, cheiro a incenso velho e umidade. Beija-me violento, língua na boca, mão na minha nuca. Sinto a aliança roçar no pau dele enquanto o agarro. ‘Tira isso’, rosna, mas não, adoro o contraste. Empurra-me contra o altar, levanta a saia. ‘Estás encharcada, safada.’ Dedos na cona, dois de uma vez, fodendo rápido. Gemo, ‘Cuidado, e se alguém entra?’ Ele ri: ‘Melhor, não é?’ Virou-me, cara no mármore frio, rabo ao ar. Pau dele, grosso, quente, roça a entrada. ‘Pede.’ ‘Fode-me, Miguel, fode esta esposa infiel.’ Entra de rompante, enchendo-me toda. Dor boa, prazer puro. Bomba forte, bolas batendo no cu. ‘Tão apertadinha, melhor que o teu mariquinhas.’ Agarro o altar, unhas cravadas, coração disparado. Ele agarra meus cabelos, puxa, fode mais fundo. ‘Sinto-te a contrair, vens?’ Sim, venho, cona apertando o caralho dele, pernas tremendo. Ele acelera, ‘Vou gozar dentro.’ ‘Não, porra, não!’ Mas ele ignora, enche-me de porra quente, jatos grossos. Saio pingando, pernas fracas. Limpo com a mão, lambo os dedos, gosto salgado. Ele ri, veste-se: ‘Vai para casa, cheira a sexo.’ Beijo rápido, saio primeiro.

A Rotina Rangida e o Chamado do Pecado

Volto a casa, 16h30, crianças chegam em breve. Dusho rápida, cheiro de sabão cobre o suor e o sêmen. Cozinho jantar, aliança brilha limpa. João chega, beija-me: ‘Dia bom?’ ‘Sim, amor, cansada do trabalho.’ Sento à mesa, cona ainda sensível, porra seca nas coxas. Como, sorrio, mas por dentro… fico excitada. O segredo queima, o risco me molha de novo. Amanhã, mais um SMS? Culpada? Um pouco. Mas excitada? Demais. Esta dupla vida é o meu vício, o frisson de ser santa de dia, puta de noite. Ninguém sabe, e isso me faz viva.

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