A Minha Dupla Vida: Casada e Louca pelo Meu Cunhado

Eu sou a Ana, 32 anos, casada há cinco com o João, um tipo sério, engenheiro em Lisboa. Vida perfeita: casa bonita nos subúrbios, job de advogada, fins de semana na piscina da família dele. Todo mundo acha que sou a nora ideal. Mas… ai, o meu cunhado, o Miguel. Desde o primeiro dia que ele me comeu com os olhos. Cabelos ruivos meus, peito grande apertado na blusa, ancas que esticam as calças. Ele fica duro só de me ver. Eu sinto, o volume no fato de banho.

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No verão passado, na piscina deles. Família toda lá: crianças a gritar, sogra a fazer churrasco, marido a beber cerveja. Eu de string branco, seios quase a sair do biquíni. Passo por ele deitado na espreguiçadeira, roço o rabo na perna dele de propósito. Ele vira-se de barriga para baixo, mas eu vi. O pau dele latejava. Coração meu a bater forte, aliança no dedo a pesar. ‘Para, Ana, ele é família’, penso. Mas a humidade entre as pernas trai-me. Ele traz-me uma cerveja gelada, seios a 10 cm da cara dele. Olhos verdes meus cravam nos dele: ‘Eu sei que queres foder-me.’ Ele engole em seco.

A Rotina Impecável e o Desejo que Me Consome

Dias depois, noites sozinha: penso nele enquanto o João dorme. To coño depilado, clitóris inchado, dedinhos a entrar e sair. Culpa? Pouca. Excitação total. Vida dupla: de dia, senhora respeitada; de noite, puta em segredo. Mas o risco… adoro. Piscina outra vez. Ele fotógrafa-me, zoom no meu corpo. Sinto o olhar dele a despir-me. ‘Mais uma, Ana, vira-te’, diz, voz rouca. Marido distraído com miúdos. Tensão insuportável.

Não aguentei. Domingo passado, família reunida. ‘Vou à casa de banho’, digo. Ele segue-me segundos depois. Porta trancada, coração aos pulos. ‘Ana, estás louca, o João está ali!’, sussurra ele, mas já me empurra contra a parede. Mãos dele nas minhas tetas, a aliança fria contra a pele quente do peito dele. ‘Cala-te e fode-me rápido’, gemo. Calções dele abaixo, pau grosso, veias saltadas, cabeça roxa a pingar pré-gozo. Eu de saia subida, cueca de lado, coño molhado a escorrer pela coxa.

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Ele entra de uma estocada, fundo, rasgando-me. ‘Caralho, estás tão apertada’, rosna. Eu mordo o lábio para não gritar. Aliança brilha enquanto agarro o rabo dele, unhas cravadas. Bombeia forte, rápido – urgência total, família a 20 metros. Sinto o caralho dele a pulsar na cona, bolas a bater no cu. ‘Mais, fode o cu da tua cunhada!’, peço baixo. Ele cospe no dedo, mete no meu ânus apertado, enquanto me come. Orgasmo meu explode: pernas tremem, esguicho no pau dele, molha o chão. Ele aguenta, vira-me, mete na boca. ‘Engole tudo, puta.’ Gozo quente, salgado, engulo cada gota, lambo as bolas.

Cinco minutos. Saio primeiro, rosto corado ‘calor’. Ele depois, casual. Volto à mesa, marido sorri ‘tardaste’. ‘Estava constipada’, minto, coño a latejar, esperma a escorrer devagar. Noite em casa, João quer sexo. Finjo cansaço. Deito-me, dedos na cona ainda sensível, cheiro dele na pele. Segredo guardado. Amanhã, trabalho, sorrisos falsos. Mas o frisson… volta já. Quero mais risco. Sou casada, mas viciada nisto. Dupla vida: melhor orgasmo ever.

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