Confissão de uma Portuguesa Casada: O Encontro Proibido no Casamento

Sou a Inês, 42 anos, loira, casada há 15, gerente numa empresa de Lisboa. Vida perfeita: marido amoroso, casa em Cascais, rotina impecável. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. O coração a bater forte, a aliança no dedo enquanto toco noutro homem. Ontem à noite, mal dormi a pensar nisto. Aconteceu há uns anos, num casamento chique no Alentejo. Filho duma colaboradora minha. Marido não veio, disse que estava cansado. Menti: “Vou só ao copo d’água, volto cedo.”

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Vista um fato preto justo, saia até ao joelho, saltos altos que moldam as minhas pernas. Sutiã de push-up, decote discreto com um crucifixo no sulco dos peitos – 95D, operados, perfeitos. Cabelo preso em coque apertado, óculos falsos para o ar de chefe séria. Bourgeois de província, sabem? Chego, tudo elegante: jazz suave, pergola, temperatura amena. Conversas polidas com subordinados, mas sinto-me sozinha. Queria ir embora cedo. Saio para a varanda, copo de champanhe na mão – adoro em taça, não flauta. Ar bucólico, árvores antigas, lago com luar.

A Tensão no Casamento: Vida Normal vs Desejo Secreto

Vejo-o ali, jovem, 20 e poucos, ao lado do braseiro. Chaves de Porsche nos dedos, mas cara de miúdo tímido. Não é bonito ainda, mas vai ser. Aproximo-me do fogo, cheiro a lenha quente que me excita. “Boa noite, atmosfera fixe, não?” Digo, para quebrar gelo. Ele sorri, confirma. Fala que o casamento é top mas a festa não é para ele. Pergunto porquê sozinho. Hesita… “Não curto raparigas da minha idade. Gosto de mulheres como a senhora.” Ri-me alto, coração acelera. Champanhe sobe à cabeça. Ele confessa: zero experiência decente, só apalpadelas em discotecas. Perturba-me. Quero fugir, mas fico. Ele vai para o parque, encosta-se a um carvalho, poeta maldito.

Despeço-me dos anfitriões, alívio nos olhares deles. Pego na estola, vou ao carro. Vejo-o de novo, isolado. Contra lógica, viro-me para ele. “Tudo bem?” Voz mais quente que devia. Silêncio. Olha o lago. Depois: “Não paro de pensar no seu decote, naquela cruz entre os seios. Ia masturbar-me aqui sozinho quando ouvisse o seu carro.” Tremia. Meu Deus, o baixo-ventre acorda. Proponho: “Quer ajuda?” Sento no banco, levanto saia até meio coxa. Ele alucina, mas espera. Pau duro visível. Sorrio maliciosa. Levanto mais, mostro cueca branca, já molhada. Abro o casaco, bustier pigeon. “Tira-o.” Ele obedece, caralho médio, inchado, pré-gozo a pingar.

O Ato Rápido e Quente: Porra e Risco na Varanda

“Olha, mas não tocas.” Ele punheta rápido. Guio: “Devagar.” Desabotoo bustier, decote fundo. Ele acelera. Tiro-lhe a mão, unhas vermelhas na haste veinosa. Apalpo bolas, quentes. Ele tenta peito – recuo, mas deixo. Dedos finos nos mamilos, desajeitado mas bom. Viro-me, olho nos olhos, mão esquerda nas bolas dele, direita guia punheta. Geme baixo. Sinto-o tenso. “Vai.” Baixo-me, peito à mostra. Goza: jato grosso, quente, porra a escorrer do crucifixo ao umbigo. Quantidade brutal, nunca vi tanta. Domino-o. Ele balbucia “obrigado”. Ajusto roupa, maculada. “Aproveita a vida, como eu.” Vou ao carro, sem olhar.

Entro em casa, marido dorme. Desço escada, deito-me nua. Pego no pau dele mole, chupo devagar. Endurece. Monto, fodo rápido, urgente. Ele meio acordado, geme, goza dentro. “Conta amanhã”, murmura, adormece. Eu? Sorrio no escuro. Segredo guardado, dupla vida intacta. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais. Quero mais.

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