Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida e o Encontro Proibido na Praia

Sou a Maria, 38 anos, casada há 12, mãe de dois, gerente num banco em Lisboa. Vida perfeita de fora: casa impecável, jantares em família, aliança a brilhar no dedo. Mas por dentro? Um fogo que me queima. Há meses trocava mensagens com a Sofia, uma morena de cabelos cacheados, da minha idade, também casada. Queríamos o mesmo: sexo fora do casamento, com uma mulher. Regra simples: vestido de verão, sem nada por baixo. Marquei o encontro numa praia isolada perto da Serra da Arrábida, tarde de julho, sol a ferver.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Cheguei primeiro ao parking vazio. Janela aberta, cheiro a mar e pinheiros quentes. O meu vestido leve, florido, abotoado até meio. Abri as pernas, sol a queimar as coxas nuas. Toquei-me devagar. A cona já molhada, depilada lisa, só um triângulo de pelo no monte de Vénus. Dedos a deslizar, coração aos saltos. E se o meu marido ligasse? E se alguém aparecesse? Parei, nervosas. Mas o desejo vencia. Queria uma mulher, a língua dela na minha pele, o instinto que só nós entendemos.

O Segredo que Me Consome

Ouvi um carro. Uma Citroën azul parou ao lado. Ela saiu, linda, sorriso tímido. ‘És a Maria?’ ‘Sim, e tu a Sofia?’ Abraçou-me logo, mãos nas minhas ancas, beijo na cara. Perfume fresco, excitante. ‘Vamos à praia?’, disse ela, mandona. Desci atrás, caminho íngreme, rochas. Olhava o rabo dela sob o vestido, tecido a dançar. Tropecei, caí em cima dela. Mãos nas ancas dela, corações disparados. ‘Estás bem?’, murmurou, mão no meu cabelo. Beijámo-nos ali, línguas urgentes. ‘Vem’, sussurrou.

Encontrámos um canto escondido, sol pleno, areia quente. Sacos no chão. Ela desabotoou o meu vestido, devagar. ‘Que corpo lindo…’, boca no meu peito esquerdo, língua no mamilo duro. Gemi baixo. Toquei-lhe o cabelo, pele arrepiada. Empurrei-a suave, tirei o vestido dela. Seios fartos, barriga suave, cona com pelinhos curtos, coxas douradas. Deitamos-nos de lado, beijos famintos, línguas a dançar. Pontas dos seios a roçar, eletricidade.

O Prazer Explosivo e o Regresso à Rotina

Ela montou-me, cara na minha cona. Língua nos lábios, devagar, depois fundo, chupando o mel. ‘Estás tão molhada…’, disse. Clitóris inchado, entre os lábios dela, dedos a rodar. Contorci-me, ‘Não pares, caralho!’. Gozei forte, grito abafado, corpo a tremer. Ela ergueu-se, cu na minha cara. Lambi a racha, rosada, saliva a escorrer. Dedo no cu dela, apertado, entrou fácil. ‘Assim, fode-me o cu!’, gemia ela, balançando. Astiquei rápido, ela gozou, corpo mole.

Fomos ao mar, mãos dadas. Ela sentou-se, pernas abertas, água a lamber a cona. Masturbei-me ali, clítoris duro. Gozei outra vez, ondas a bater. Ela meteu dedo na minha cona, água e movimentos, ‘Grita para mim’. Chupei-lhe o mamilo, orgasmo brutal. No banho, abracei-a por trás, dedos na cona dela, dois dentro, ‘Fode-me forte!’. Ela explodiu, coxas a apertar.

Voltámos às toalhas, suadas, exaustas. Vestimo-nos rápido. ‘Isto foi incrível, mas tenho de ir, o marido espera.’, disse eu, aliança fria no dedo quente. Beijo de despedida, ‘Repetimos?’. Voltei a casa, cheiro a sexo no corpo, sorriso culpado. Jantei com a família, normal. Mas dentro de mim, o segredo pulsa. Amanhã? Trabalho. Noite? Sonho com ela. Adoro esta dupla vida, o risco, o fogo proibido. Quem diria que a Maria certinha é esta puta excitada?

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *