Sou a Ana, 35 anos, casada com o João há dez anos. Advogada em Lisboa, casa perfeita em Cascais, jantares românticos, yoga aos sábados. Todo o mundo inveja: ‘Mulher perfeita, marido dedicado.’ Mas… merda, tenho uma dupla vida. O Miguel, o meu amante. Conhecemo-nos num centro comercial gigante, daqueles labirintos cheios de gente. Ele trabalha lá, num canto escondido, tipo um ‘bazar’ secreto no sótão das escadas de serviço. Eu minto ao João: ‘Vou às compras, chego antes do jantar.’ Coração a bater forte, aliança a brilhar no dedo enquanto dirijo. Sinto culpa, sim… mas o tesão é maior. Imagino-o a rasgar-me a saia, a meter-me o caralho duro. Paro o carro, pernas a tremer. ‘Só hoje, Ana, para de ser parva.’ Mas sei que volto sempre.
Entro no centro, multidão por todo o lado. Subo as escadas rolantes, disfarço com sacos vazios. No terceiro piso, sinal discreto: ‘Zona de serviço’. Bato na porta escondida, ele abre. ‘Ana, minha puta casada.’ Beija-me com força, mão na minha cara, outra já na raba. ‘Tens pressa? O teu maridinho espera.’ Rio nervosa, ‘Cala-te e fode-me antes que me apanhem.’ Ele ri, puxa-me para o sótão poeirento, cheiro a metal e suor velho. Luz fraca, espelhos partidos no chão. Tranca a porta, mas ouve-se vozes lá em baixo. Coração explode, adrenalina pura. ‘Tira a saia’, ordena. Obedeço, calcinhas já molhadas. Ele abre a braguilha, caralho latejante, grosso, veias saltadas. ‘Olha para a tua aliança, safada. Pensa no João enquanto te como a cona.’ Toco no anel, frio contra pele quente, culpa e tesão misturados.
A Rotina Rangée e o Chamado Irresistível
Ele empurra-me contra a parede fria, pernas abertas. Dedos na minha cona ensopada, ‘Estás pingando, vadia.’ Geme baixo, chupa o meu pescoço. ‘Mete já, Miguel, rápido.’ Ele obedece, caralho a entrar de rompante, estica-me toda. ‘Porra, que apertadinha.’ Fodo contra ele, urgente, quadris a bater. Mão na boca pra não gritar, outra no cabelo dele. Ele agarra os meus cu, esmaga as tetas por cima da blusa. ‘Goza na minha cona, enche-me.’ Acelera, bolas a bater no cu, suor a escorrer. Sinto-o pulsar, jato quente dentro de mim, cona a contrair no orgasmo. Eu gozo forte, pernas fracas, mordendo o lábio até sangrar. ‘Boa menina casada.’ Puxa-se fora, porra a escorrer pela coxa. Limpo com lenços, tremendo. ‘Vai, antes que desçam.’ Beijo rápido, salgado de suor.
Saio despachada, saia torta, cheiro a sexo no ar. Desço escadas, sorriso falso pras lojas. No carro, aliança suja de porra seca. Chego a casa, João: ‘Compras boas?’ ‘Sim, amor, cansa-me tanto.’ Janto normal, mas cona ainda sensível, porra dentro de mim. De noite, deito-me ao lado dele, penso no risco. Se me apanham? Divórcio, escândalo. Mas… puta que pariu, adoro. Amanhã volto. Esta dupla vida é o meu vício, o segredo que me faz viva. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais.