Confissão de uma Portuguesa: A Minha Dupla Vida de Casada e Viciada em Sexo Proibido

Sou a Inês, 38 anos, casada há 15 com o Ricardo, um empresário rico do Alentejo. Em público, sou a esposa perfeita: advogada em Lisboa, sempre impecável, sorrisos falsos em jantares de gala. A nossa quinta é enorme, campos de trigo ao infinito, vinhas carregadas, rebanhos de ovelhas. Ele tem tudo: cavalos arabes para desfiles, frutas frescas do pomar. Mas dentro de mim… há um vazio. Sem filhos homens, só duas raparigas. Ele nem liga, mas eu sinto-me incompleta. E há o Miguel. O rapaz dos campos, forte como um touro, 25 anos, olhos pretos que me devoram. Começou há dois anos, um olhar trocado enquanto ele ordenhava as cabras. Eu, com a aliança a brilhar, fingindo inspecionar as terras. O coração a bater descompassado. ‘Inês, o que fazes aqui tão cedo?’, perguntou ele uma vez, suor no peito largo. Eu hesitei. ‘Só… ver os campos.’ Mas o desejo já ardia. A tensão cresce nos fins-de-semana. Chego à quinta de vestido justo, salto alto, fingindo ser a senhora da casa. Ele anda por ali, calças sujas de terra, músculos tensos. Eu evito-o à frente do Ricardo, mas mando mensagens: ‘Vem à cabana das vinhas ao pôr do sol.’ O risco… ai, o risco me deixa molhada. Imagino-me a ser apanhada, o escândalo. Mas isso só me excita mais. Culpa? Um bocadinho, sim. Olho para o Ricardo a dormir e penso no caralho duro do Miguel. A vida normal sufoca-me: reuniões, filhas a estudar, sorrisos forçados. Mas o chamado do proibido… é mais forte. Ontem, por exemplo. Regressei cedo de Lisboa, disse ao Ricardo que tinha de ver os advogados da quinta. Ele nem piscou. Dirigi até aos confins dos campos, onde o trigo ondula como um mar dourado. O sol poente tingia tudo de vermelho. Parei o carro atrás dos palmeiras, coração na garganta. Ele já lá estava, de camisa aberta, cheiro a terra e macho. ‘Inês…’, murmurou, puxando-me para si. Hesitei um segundo, vi a aliança no meu dedo contra a sua mão calejada. ‘Não devíamos…’, sussurrei, mas as pernas tremiam de desejo.

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Ele não esperou. Beijou-me com fome, língua invasora, mãos a apalpar as minhas tetas por cima do vestido. ‘Quero-te agora, puta casada’, rosnou no meu ouvido. Arranquei-lhe a camisa, unhas nas costas. Caímos no feno da cabana, cheiro a palha seca e uvas maduras. Ele rasgou-me as cuecas, dedos grossos na minha cona já encharcada. ‘Estás pingando por mim, Inês. O teu marido não te fode assim.’ Gemi alto, esquecendo o risco. Montei nele, caralho enorme, veias pulsantes, a entrar todo de uma vez. ‘Fode-me forte, Miguel! Enche-me essa cona de casada!’ Ele agarrou-me as nádegas, batendo com força, bolas a chapinhar no meu cu. O coração martelava, suor a escorrer, tetas a saltar. Virei-me de quatro, ele meteu-me por trás, polegar no cu, esticando-me. ‘Vou gozar dentro de ti, gravidez proibida!’, grunhiu. Gozei primeiro, cona a apertar-lhe o caralho, pernas a tremer, grito abafado na palha. Ele explodiu logo depois, jatos quentes a encher-me, leite a escorrer pelas coxas. Ficámos ofegantes, ele ainda dentro, beijos suados. ‘Amanhã voltas para o teu maridinho cheirando a mim’, riu-se. Vesti-me às pressas, cona latejante, esperma a pingar.

O Segredo que Me Consome Todos os Dias

Voltei a casa antes do anoitecer. Banhos rápidos, perfume para disfarçar. Ricardo jantava com as miúdas, nem notou o rubor nas minhas bochechas. ‘Tudo bem, amor?’, perguntou. ‘Sim, só negócios.’ Sorri, sentindo o esperma seco nas cuecas. Deito-me ao lado dele, ele ressona, e eu toco-me devagar, revivendo o foda selvagem. A culpa? Passa rápido. O prazer do segredo… é viciante. Sou a senhora respeitável de dia, a puta dos campos à noite. O risco de ser apanhada? Faz-me querer mais. Amanhã, outra mensagem. O meu coração já acelera só de pensar.

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