Minha Dupla Vida: A Estudante que Me Fez Tremer de Prazer Proibido

Oi, eu sou a Inês, 37 anos, casada há 10 com o João, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita por fora: casa no Chiado, tailleurs elegantes no escritório, jantares em família. Mas por dentro… ai, por dentro eu queimo. Sou casada, mas só penso em mulheres. Mulheres jovens, submissas, que me deixam mandar. O risco de ser descoberta? É isso que me molha.

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Tudo começou há três meses. Sábados à tarde, eu fugia para um café no Bairro Alto, daqueles cheios de raparigas da universidade. Eu lia um livro, fingia indiferença, mas caçava com os olhos. Ela apareceu um dia chuvoso. Sofia, 22 anos, estudante de química, baixa, roliça, acne no rosto, loira despenteada. Tímida que nem rato. Sentou-se à minha frente porque não havia lugar. ‘Desculpe, a cadeira está livre?’, murmurou, corando.

O Segredo que Começou no Café

Começámos a falar. Eu, a senhora casada e séria, ela, a miúda sozinha sem família. Prestei-lhe o meu livro, convidei para café. Aos poucos, ela veio sempre. Eu mantinha distância: ‘Tens de estudar, Sofia. Eu sou casada, sabes?’. Mas via os olhares dela, o rubor. Perfeito. Um mês depois, ofereci-lhe trabalho: limpeza na minha casa, 500 euros por seis horas semanais. ‘Para te ajudar com o quarto’, disse, tocando-lhe o braço de leve. Ela aceitou, gaguejando. Meu coração batia forte. O João viajava muito. Era o plano perfeito.

Nas limpezas, eu era a patroa dura. ‘Não mexas nos meus papéis, Sofia. E nada de namorados aqui, hein?’. Ela obedecia, olhos baixos. Mas eu via-a espreitar fotos minhas de biquíni na praia. O desejo crescia. Minha aliança brilhava no dedo enquanto eu imaginava as mãos dela em mim. A tensão? Insana. De dia, beijava o João. De noite, sonhava em dominá-la. ‘E se ele descobrisse?’, pensava, e isso só me excitava mais.

Naquele jueves, cheguei cedo do trabalho. Chave na porta, silenciosa. Entro no salão e… lá estava ela. No meu sofá, saia levantada, mão entre as pernas, a foder-se com os dedos enquanto olhava as minhas fotos. ‘Oh, Inês… sim…’, gemia baixinho. Meu coração parou. Molhei-me na hora. ‘Sofia!’, disse, voz firme mas rouca. Ela saltou, olhos em pânico, tentando cobrir-se. ‘Des-desculpe, senhora Inês! Eu… eu não…’. Caí de joelhos à frente dela, agarrei-lhe o pulso molhado. ‘Mostra-me o que fazias.’

A Explosão de Desejo no Meu Sofá

Não deu tempo a hesitar. Beijei-a com força, língua invadindo a boca dela doce e inexperiente. Tirei-lhe a saia, cuecas encharcadas. ‘Abre as pernas, putinha.’, ordenei. Ela obedeceu, tremendo. Minha aliança roçava a coxa dela enquanto eu lambia a cona depilada, inchada de tesão. ‘Estás tão molhada por mim…’. Chupava o clitóris, dedos dentro, fodendo-a rápido. Ela gemia: ‘Inês… por favor… mais…’. Virei-a, cara no sofá, rabo ao alto. Espalmei a bundinha redonda, enfiei dois dedos no cu apertado enquanto lambia a cona por trás. ‘Gostas, não gostas? Minha empregadinha safada.’ Ela gozou gritando, corpo convulso, esguichando na minha boca.

Eu estava louca. Levantei a saia, sentei-me na cara dela. ‘Lambe-me agora. Faz-me gozar antes do meu marido chegar.’ Ela lambeu desajeitada mas faminta, língua no meu cu e cona. Meu coração martelava – e se o João entrasse? Gozei forte, apertando as coxas na cabeça dela, molhando-lhe o rosto. Rápido, urgente. Limpei-nos às pressas, perfume no ar. ‘Isto fica entre nós. Volta segunda.’, disse, beijando-a uma última vez.

Saí para o trabalho, aliança no dedo, sorriso no rosto. O João ligou: ‘Janta em casa?’. ‘Claro, amor.’ Mas por dentro, eu ardia. O segredo guardado, o risco… é viciante. Sofia é minha agora. Dupla vida: esposa perfeita de dia, dominatrix de noitinha. Quem diria que a patroa certinha tem esta fome? Mal posso esperar pela próxima.

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