Sou casada há 20 anos, vivo em Lisboa, trabalho como consultora numa empresa de grande distribuição. Aos 52, pareço a mulher perfeita: família, casa impecável, jantares com o marido. Mas… ai, o segredo. Adoro masturbar-me, sempre adorei. Sozinha no quarto, ou agora, com um amante que partilha o vício. O risco de ser apanhada? Faz-me tremer de excitação. O ano passado, num site discreto de anúncios adultos, vi o texto dele. Um homem na casa dos 50, frénético masturbador, louco por lingerie antiga – cinta-liga rosa salmão, meias, cuecas envolventes. Queria ver uma mulher a fazer-se gozar à frente dele, e ele faria o mesmo. Escrevi, sem pensar duas vezes. Trocámos mails quentes, descrevendo como nos tocávamos. Enviou-me uma foto dele na lingerie dela, pau duro dentro da cueca. Eu? Mandei-lhe as minhas cuecas usadas, ainda húmidas do meu gozo.
Hoje, pausa para almoço. Menti ao marido que tinha reunião fora. Coração aos pulos no metro até ao centro. Olho para a aliança no dedo, brilha como um lembrete culpado. Ele espera-me nos Grandes Armazéns, onde finjo consultar para uma cliente. Chego, ele está lá: grisalho, fato três peças, sorriso nervoso. Não parece a idade, olhos vivos. Vamos a um restaurantezinho ali perto. Bebo vinho verde rápido, mãos finas dele na mesa, imagino-as no meu sexo. ‘Estás com a lingerie que pedi?’, pergunto, voz baixa. ‘Sim, senhora’, responde formal, como nos mails. ‘E tu?’. Aceno, sentindo a cinta a apertar as coxas sob a saia.
O Segredo que Devora a Rotina
Pagamos, saímos. Hotel mesmo ao lado, quarto pago por ele. Entro, fecho porta, coração na garganta. Sentamo-nos frente a frente: eu na poltrona, ele noutra. Tiro o casaco. ‘Mostra-me’, digo, voz trémula. Levanto a saia devagar. Cinta rosa salmão feita por medida – mandei fazer como ele descreveu, anos 80 style. Meias presas, cueca carnuda por cima. Dedo médio desliza devagar por cima do tecido, no topo da cona. Molhada já, sinto o cheiro subir. Ele abre o fato, calças abaixo. Pau grosso, veias inchadas, dentro de cuecas iguais às minhas. ‘Pica-te para mim, como eu faço para ti’, gemo. Ele obedece, mão lenta na cueca dele.
Eu acelero, dedo pressionando o clitóris inchado. ‘Assim? Mais forte?’, pergunta ele, olhos fixos. ‘Sim, fode-te devagar, quero ver-te gozar na cueca’. Primeiro orgasmo meu vem rápido: gemidos baixos, bacia ergue-se, mãos dentro agora – duas na cona, polegar no clitóris, médio e indicador a entrar e sair, molhado audível. Ele ajoelha-se, cheira-me a cueca, lambe a liga solta. Cheiro da minha cona invade-nos. ‘Não pares, quero ver-te foder-te toda’, rosna. Eu? Puxo cueca dele, enfio pau na minha boca um segundo, mas volto à masturbação dele. Ele agarra as minhas cuecas usadas do bolso, cheira enquanto se pica furiosamente.
O Encontro que Explodiu em Prazer Cru
Conto-lhe, entre gemidos: ‘Brinco-me desde os 20, marido não sabe, perco a virgindade aos 28 por curiosidade, agora vivo sozinha no prazer… mas casada’. Ele goza primeiro, jatos quentes na cueca dele, que enfio no nariz – sêmen fresco, sexo puro. Eu explodo: cona contrai nos dedos, sucos escorrem pelas coxas, grito abafado. Chupo os meus dedos melados, dou-lhe a provar. Limpamos rápido, 20 minutos no total. Urgência pura.
Saio, volto ao trabalho. Pernas tremem, cueca molhada roça a cona sensível. Marido liga: ‘Tudo bem?’. ‘Sim, amor, só reunião chata’. No espelho do WC, sorrio culpada. Aliança brilha, mas sinto o sêmen seco na pele. O segredo guardado arde no peito. Amanhã? Já quero mais. Esta dupla vida… vicia-me.