A Minha Confissão: O Advogado que Me Fez Trair o Meu Casamento

Sou casada há 15 anos, vida organizada: trabalho em contabilidade, jantares em família, aliança no dedo que brilha no sol de Lisboa. Mas lá no fundo, sinto falta de emoção. Uma amiga recomendou-me um advogado para um assunto de herança familiar complicado. ‘É jovem, competente’, disse ela. Liguei, marquei consulta. Ao telefone, foi seco, profissional. Nada de mais.

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Cheguei ao escritório antigo no Chiado, cheia de pastas. Ele apareceu: 35 anos no máximo, óculos severos, camisa engomada, gravata cinzenta. Discutimos o caso 15 minutos. Mandou-me embora quase sem educação. Fiquei ofendida. Dois dias depois, liga ele: ‘Faltam esclarecimentos’. Estranho, mas fui. Subi as escadas atrás dele, reparei nas nádegas firmes no fato bem cortado. Meu Deus, o que estou a pensar? Roubei cor quando ele me abriu a porta. Será que viu o meu rabo na saia justa? Arrependi-me dos collants cor-de-rosa, tão inadequados.

A Tentação que Começou no Escritório

No gabinete apertado, dossiers por todo o lado, computador novo no meio da mobília velha. Ele sorri pela primeira vez, tira os óculos para limpar. Olhos azuis, vulneráveis. Senti um calor subir. ‘Tem um amante?’, pergunta de repente. Fiquei paralisada. ‘Preciso de saber se o seu marido acusa em vão.’ Eu nunca traí o João, mas… ‘Ainda não’, respondi, com voz tremida. ‘E planos?’ ‘Depende de quem.’ Ele sorri, confuso. ‘Seja discreta até ao fim do processo’, aconselha, mas eu abro as pernas devagar, subo a saia um pouco. Silêncio pesado. Coração aos pulos.

Ele dá a volta à secretária, senta-se na beira. Um dossier cai. ‘Ops’, diz. Agachamo-nos os dois no chão a apanhar papéis. Vejo pacotes de bolachas na lixeira – guloso, penso. ‘Um desvio é tão rápido’, digo. ‘É contra desvios?’, pergunta. ‘Com alguns, apetece-me muito.’ Olho para a braguilha: volume à esquerda. Ele hesita. Pouso a mão na coxa dele: ‘Aqui é escorregadio, mas quero cair.’ Levanto-me para pegar no casaco, sinto as mãos dele nas minhas nádegas. Amassa-as devagar, depois forte. Ondulo o corpo, fecho os olhos. Beija-me o pescoço, os lóbulos. Mãos nos seios, dedos nos mamilos duros sob o sutiã de renda. Carne de galinha. A minha cona já pinga, fiozinhos pelas coxas.

O Sexo Urgente e o Regresso à Rotina

‘Está a chover?’, sussurra, dedo na minha humidade pelo collant. ‘A cântaros.’ Rasga o collant, enfia o dedo na minha boceta molhada. Gemo baixo, pé na cadeira. Dedos à frente e atrás, exploro todos os buracos. Saio do collant, rabo ao ar. Esfrega a pila dura na minha raia. Viro-me, ajoelho, desabotoo as calças. Shorty rosa, pila branca, grossa, dura como pedra. Engulo-a. Língua no glande, bolas nas mãos. Chupo fundo, babo toda. Ele agarra-me o cabelo, fode-me a boca. Quase goza.

Levanta-me, varre a secretária, deita-me ali. Arranca o fio dental, pés nos ombros dele. Olha-me nos olhos, entra de rompante. Mordo a mão para não gritar – é enorme! Fode-me forte, eu mexo as ancas, miolo. Dedo no cu, entra e sai. ‘Fode-me!’, grito. Ritmo louco. Sai, goza no meu monte de Vénus rapado. ‘Limpa-me’, manda, cabelo na mão. Chupo o resto de porra da pila mole.

Telefone toca. Ele veste-se, atende: próximo cliente. Limpa-me com lenço, ajuda a pôr o fio dental. ‘Calça os sapatos, liga amanhã.’ Saio com collants rasgados, cona a arder, porra seca na pele. Volto para casa, faço jantar, beijo o João. Ele pergunta pelo advogado. ‘Tudo bem.’ No banho, toco-me a lembrar. Amanhã ligo. Esta dupla vida… o risco, o segredo, deixa-me louca de tesão. Não quero parar.

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