Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita por fora: casa impecável nos subúrbios, dois filhos na escola, eu advogada em um escritório chique. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o segredo, o coração a bater forte, o medo de ser descoberta. Esta semana, viajei para Nice a trabalho. Menti pro João: ‘reunião até tarde, janto com clientes’. Na verdade, fugi pra praia às 9h30. Pouca gente, sol tímido de julho. Deitei de barriga para baixo, top solto, lendo um livro. Sentia o vento na pele, o mar cheirando a sal. Meu alliance brilhava no dedo, lembrete da vida ‘normal’.
De repente, vi um homem com câmera, uns 40 anos, charmoso, estrangeiro. Sentou-se a metros de mim. Meu peito acelerou. Ele filmava disfarçadamente. Levantei-me um pouco pra virar página, deixando o seio escapar. Ele não piscou. Meu Deus, que tesão. O João nunca me olha assim. Levantei, fui pra promenade. Ele veio atrás, comprou jornal, abordou-me em inglês ruim: ‘Desculpa, faço filmes amadores. Você é linda. Posso filmar?’. Hesitei, sorri. ‘Só um pouco’, disse, coração martelando. Meu marido acha que estou em reunião. Ele era francês, simpático. Propôs: ‘Vamos pro meu carro, mostro minhas roupas sexy’. Aceitei. Adrenalina pura. Na rua, levantei a saia curta de tênis, mostrei meias de liga carnudas. ‘I have stockings on’, brinquei. Ele arregalou olhos. Entrei no carro, culote rosa à mostra. Fomos pro interior, col de Nice. Natureza selvagem.
O Início do Segredo na Praia
Desci, peguei tapete de praia do porta-malas, curvei-me, deixando ver tudo. Ele filmava. Subi a colina, estendi o tapete. Mostrei pernas, posei. Baixei alças do sutiã devagar, seios pequenos mas firmes à mostra. Pulei, corri, eles balançavam. Troquei por meias pretas dele. Culote? Não tirei ainda. Mas tirei tudo. Nua no tapete, cobri a cona com a calcinha. Filme acabou. Ele guardava, eu… abri as pernas. Toquei-me, clitoris inchado, pelos ralos. ‘Vem’, gemi. Ele se aproximou, beijou coxas. Chupei seu pau primeiro, duro, veias pulsando. Ele lambeu minha cona, língua no clitóris. ‘Lick my cunt’, supliquei, esquecendo o português. Gozei gritando, corpo tremendo.
O Prazer Intenso e o Risco Máximo
Ele tirou roupa rápido. Guiei seu caralho pra dentro. Quente, molhado, preenchendo-me. Beijei-o, mordi mamilos. Ele fodia forte, eu erguia bacia. Olhei pro lado: uma cabeça atrás do monte! Um voyeur! Não parei, excitei-me mais. Meu alliance roçava sua pele. Gozamos juntos, eu urrei, ele encheu-me de porra. Caí exausta. Ele cochichou algo, virei de bruços. Pegou lubrificante do saco. ‘Anal?’, perguntei, ansiosa. Dedos no cu, devagar. Gemi alto. Dois dedos, preparei-me. Ele entrou, lento, fundo. Meu cu apertado, prazer doendo gostoso. Gozei de novo, agitando cabeça, porra escorrendo coxas misturada à dele na cona. Selvagem.
No carro de volta, um peito fora do sutiã. Não arrumei. Paramos num bar de vilarejo, olhares dos homens queimando. Ele avisou: ‘Teto à mostra’. Ri, nervosa. Deixei-os à porta do hotel. Voltei pro meu, dushei o cheiro de sexo, vista do voyeur na mente. Liguei pro João: ‘Tudo bem, amor, chego amanhã’. Coração ainda acelerado. Em casa, beijo o marido, faço jantar. Mas sinto o cu latejando, porra seca na pele. Meu segredo. Essa dupla vida me vicia. O risco, o prazer cru. Quando vai ser a próxima?