Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12, contabilista numa firma em Lisboa. Vida certinha: marido amoroso, casa impecável, fins-de-semana no sofá. Mas por dentro… arde. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Esta semana, no viagem de grupo da empresa a Ostende, tudo explodiu.
Era domingo, calor pegajoso, céu cinzento a prometer trovoada. Depois de compras e cerveja na esplanada, fomos para a praia. Baía lotada, mar verde-claro contra o horizonte negro. Com as minhas colegas, estendemos as toalhas. Elas começam a picar: ‘Olha aquele flamengo ali atrás, não tira os olhos de ti!’. Olho disfarçadamente. Ele, uns 30 anos, corpo atlético, cabelo curto, olhos castanhos fixos em mim. Sorri. O coração acelera. ‘Deixem-se disso’, digo, mas sinto o calor subir.
O Chamado do Desejo na Multidão
Proponho jogar à bola na água para fugir. Água ao peito, círculo com as meninas. De repente, ele junta-se. Mais baixo, água ao pescoço, mas atira-me a bola sempre, com olhares que queimam. Não fala francês direito, eu zero neerlandês. Só gestos. Toco-lhe o braço, ele ri. Deixo as colegas, viro-me para ele. Pego-lhe na mão, giro-o na água. Sinto o corpo dele contra o meu. Peito firme, mãos fortes. Ele toca-me os seios por cima do biquíni. ‘Gostas?’, sussurro em português. Ele acena, voz grave: ‘Ja, mooi’. Baixo a alça, ele mama um peito na água. Ninguém vê, multidão em volta. Dedos dele descem, puxam o elástico. Enfio-lhe a mão no fato de banho, apalpo a pila dura. ‘Quero-te’, digo baixo. Ele geme.
Depois de meia hora de carícias molhadas, saímos. Ele vai para o grupo dele – casal, crianças. Eu deito-me, fecho os olhos, mas bato mal. A pilinha endurece de novo. Olho atrás: ele acena com a cabeça, ‘volta?’. Siderei-me. Eu, casada, aliança a brilhar, a ser caçada assim? Levanto-me, sigo-o a metros. Vamos ao cais velho, pilastras de madeira. Água ideal, aos ombros dele. Ninguém ali, só cabeças a flutuar.
Ele empurra-me contra o pilar, face ao mar. Desce as alças do meu biquíni. Beija-me a boca com fome, mama os peitos como louco, morde os mamilos. Braços no pescoço dele, pernas na cintura. O cu roça na pila dele, dura como pedra. ‘Fode-me agora’, peço, ofegante. Ele puxa o elástico do meu fato, enfia dois dedos na cona molhada. ‘Nat?’, pergunta. ‘Sim, fode!’. Tira a pila para fora, grossa, veias saltadas. Eu guio-a à entrada. Ele empurra, mas o elástico atrapalha. Puxo forte para baixo, até aos joelhos. Reclino as pernas, ofereço a cona aberta. Entra devagar – água fria contra o calor da minha boceta, contraste brutal. ‘Caralho, que boa’, gemo. Ele começa devagar, vaivéns lentos, corpos a dançar na água.
O Êxtase Rápido e o Regresso à Rotina
Olhos nos olhos dele, grave, intenso. Sinto a aliança fria no dedo dele que me aperta a nádega. Coração a rebentar, risco de alguém ver. ‘Mais forte’, imploro. Ele acelera, pila a martelar fundo, bolas a bater. ‘Vou gozar’, aviso. Ele grunhe, bombeia mais. Gozo primeiro, cona a apertar, ondas pelo corpo. Ele explode logo, jorra porra quente dentro de mim, jatos longos. Ficamos colados, pila a amolecer dentro. Beijamo-nos devagar, água a chapinhar no queixo.
Cinco minutos, e o bus apita longe. Ajustamos fatos, mão na mão até à areia. Sem palavras, olhares cúmplices. Eu corro para as colegas: ‘Onde estavas? Vamos!’. Visto-me a correr, coração ainda louco. No autocarro, sorrisos marotos das meninas. ‘Nada’, minto, pernas a tremer.
Cheguei a casa, marido beijou-me: ‘Boa viagem?’. ‘Sim, cansada’. No banho, toquei a cona inchada, porra seca nas virilhas. Sorri sozinha. Ninguém sabe. Sou a esposa perfeita… e a puta secreta. Amanhã, no escritório, finjo normal. Mas à noite, revivo tudo. O risco, o segredo – é isso que me faz viva. Quero mais.