Sou a Inês, 34 anos, casada com o Miguel há oito anos. Vida impecável em Lisboa: advogada numa firma conceituada, jantares em família, aliança brilhando no dedo. Ninguém suspeita. Mas há três meses, para um curso de especialização no Porto, aluguei um apartamento em colocation com a Virgínia. Ela tem 29 anos, morena, alta, peitos firmes que se notam na blusa justa. Eu, loira, curvas generosas, 95D que o meu marido adora apertar. No início, só conversas inocentes. Ela guia-me pela cidade, mostra bares. Mas sinto o olhar dela nos meus seios. O coração acelera. ‘Não posso, sou casada’, penso, rodando a aliança. Mas o desejo cresce. Dias de aulas chatas, noites a pensar nela. Ontem, disse ao Miguel que ficava para estudo de grupo. Menti. Voltei cedo para o apartamento.
Virgínia esperava-me com um pacote. ‘Surpresa de Natal antecipada’, disse, piscando. Abri: um sutiã bordô e uma tanga a condizer. ‘Para valorizares esse corpo incrível que escondes’, murmurou. Corri para a casa de banho, vesti. Meu Deus, ficava perfeito. Saí, girei para ela. ‘Gostas?’, perguntei, voz tremida. Ela levantou-se, despiu o robe. Só uma tanga preta. Corpo nu, perfeito. Aproximei-me, sentindo o cheiro dela, suor misturado com perfume. As mãos dela nas minhas omoplatas, descem, desabotoam o sutiã. Seios colam-se, mamilos endurecem. ‘Inês, queres isto?’, sussurra. ‘Sim… mas rápido, tenho de voltar antes da meia-noite.’ Beijamo-nos, línguas urgentes. Ela puxa a tanga, mão na minha cona já molhada. Dedos deslizam, sinto o coração na garganta. Aliança fria contra a pele quente dela.
O Início do Meu Segredo Proibido
Empurrou-me para o sofá, ajoelhou-se. Abriu as minhas coxas. ‘Estás ensopada, safada casada.’ Beijos leves na cona, depois língua de baixo para cima. Bomba atómica. Agarro-lhe o cabelo curto, enfio-lhe a cara na minha boceta. Ela lambe, chupa o clitóris, aspira forte. Gemo baixo, ‘Vai, fode-me com a boca.’ Levanto as pernas, ofereço o cu. Ela lambe o ânus, molha o dedo na minha humidade, pressiona. Entra fácil, eu empurro contra. ‘Estás tão aberta, puta secreta.’ Dedo no cu, outro na cona, dois agora, fodedor rápido. A outra mão dela na própria cona, gemendo no meu sexo. Sinto vir ao de cima, quente, explode. Grito abafado, corpo arqueado, pernas tremendo. Ela bebe tudo, orgasmo dela vem em golfadas nos meus dedos que enfiei nela.
Ficamos ofegantes, suadas. Beijo-a, provo-me nela. ‘Incrível, mas tenho de ir.’ Visto-me depressa, aliança de volta ao dedo, brilhando inocente. Ela sorri, ‘Volta logo, casada tarada.’ Saio, pernas moles, cona latejante. No comboio para Lisboa, penso no risco: e se o Miguel cheirasse a ela em mim? Adrenalina pura. Chego, beijo-o, janto como se nada. Mas no corpo, o segredo pulsa. Esta dupla vida… vicia. Amanhã, volto ao Porto. Não resisto.