Confissão de uma Casada: A Minha Dupla Vida de Exhibicionista Secreta

Eu sou a Ana, 48 anos, casada há 20 com o João, um diretor de banco certinho. Em casa, sou a esposa perfeita: jantares prontos, roupa passada, sorrisos no trabalho como advogada. Mas… ai, meu Deus, tenho esta outra vida. Um amante, o Miguel, 35 anos, que filma as minhas loucuras. Ele sabe tudo. Começou com fotos discretas, agora são vídeos para sites pornô. O coração bate-me forte só de pensar. A aliança no dedo brilha enquanto marco encontro com ele. ‘Vou ao ginásio’, digo ao marido. Mentira. Saio de saia curta, sem cuecas, sem sutiã, robe branca fina que o vento levanta fácil. O risco… uff, molha-me já.

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Hoje, Lisboa quente de verão. Encontro o Miguel no centro comercial. Ele com a câmara escondida no casaco. ‘Pronta?’, pergunta, olhos famintos. Aceno, nervosa. Entro na loja de lingerie, pego pilhas de peças sexy. Cabine no canto, rideau entreaberto de propósito. Despi-me devagar, nua nos saltos altos. Espelho reflete o meu corpo: seios firmes, rabo redondo, cona depilada a brilhar. Masturbo-me, gemendo baixo. Vejo homens à espera das mulheres, olhares fixos. Um novo, jovem, sorri. O sangue ferve. ‘Olha para mim’, penso. O Miguel filma de longe, zoom na minha mão na cona, dedos a entrar e sair.

O Segredo que Me Consome

Saio calma, volto aos cabides. ‘Experimenta estas’, diz o vendedor, sem saber que estou nua por baixo. Sento na banqueta de sapatos, pernas abertas. Ele ajoelha, aconselha. A cona exposta, úmida. ‘Gostas?’, sussurro ao Miguel, que filma. Ele acena, pau duro visível. A tensão sobe. ‘Não aguento’, digo. Puxo-o para uma escada rolante vazia no andar de cima. ‘Filma tudo.’ Ele obedece. Baixo a saia, fico de quatro no chão sujo. ‘Mete-me agora, rápido.’ Ele abre a braguilha, caralho grosso salta. Enfia dois dedos na minha cona primeiro, ‘Estás ensopada, puta casada.’ Gemo alto, ‘Cala-te, vão ouvir.’ Mas ele fode-me forte, de uma vez. Pau a pulsar dentro, batendo no fundo. A aliança roça o corrimão enquanto me seguro. Coração aos pulos, suor frio – e se alguém vem? ‘Mais rápido, gozo!’, urro baixo. Ele agarra-me as ancas, fode como animal. Sinto o squirt vir, molha o chão. Ele sai, goza nas minhas costas quentes. ‘Perfeito para o vídeo’, ri.

Limpo-me com lenços, visto depressa. Saímos separados. Volto a casa, cheiro a sexo no ar. Marido chega, beija-me. ‘Bom ginásio?’ ‘Sim, amor.’ Sorrio, cona ainda a latejar. No banho, vejo o vídeo no telemóvel – eu a gemer, ele a foder. Gozo outra vez, sozinha. O segredo guardado excita mais que o sexo. Amanhã, vida normal. Mas já penso no próximo risco. Esta dupla vida… vicia-me. Não paro.

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