Confissão: Minha Doble Vida e o Fogo com uma Desconhecida no Banheiro

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o Miguel, dois filhos, advogada numa firma respeitável no Chiado. De fora, vida perfeita: casa arrumadinha, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… tenho um segredo. Há meses, falo com o Rui, um homem mais velho que encontrei num site discreto. Ele manda missões. Eu obedeço. O risco de ser apanhada? Faz-me tremer de excitação. O coração acelera, a cona fica molhada só de pensar.

Hoje, era véspera de Natal. Ruas de Lisboa cheias de luzes, famílias no Rossio. Eu disse ao Miguel que ia tomar um café com colegas. Mentira. Liguei ao Rui de um café escondido na Bairro Alto, num canto escuro. ‘Onde estás?’, perguntou ele, voz grave. ‘Num café calmo, Rui. Saia plissada preta, colant escuros, botas. Por baixo? Tanga de seda e nada no peito. Os mamilos endurecem no jersey.’ Ele riu. ‘Boa rapariga. Vês aquela mulher sozinha? A dos 30, no telemóvel, a sorrir?’ Olhei. Cabelos castanhos, pernas cruzadas. ‘Sim.’ ‘Derrama o copo nela. Vai à casa de banho. Faz-la gozar com a boca. Liga-me depois.’ O estômago revirou. ‘Rui… e se me apanham?’ ‘É isso que te excita, não é? Vai.’ Desliguei, aliança no dedo a pesar como culpa. Levantei-me, pernas bambas.

A Rotina e o Chamado Secreto

Aproximei-me, coração aos pulos. ‘Desculpa!’, fingi tropeçar, o copo de vinho quente caiu nos joelhos dela. ‘Caralho, que merda!’, gritou ela, olhos azuis furiosos. ‘Eu limpo, por favor!’, supliquei, voz tremida. Ela bufou, levantou-se, foi às casas de banho. Segui-a. No cubículo, tranca fechada. Ajoelhei-me, papel nas mãos, a espalhar pelas coxas. Ela parou de resistir. Olhares cruzados. Subi devagar, dedos na braguilha. ‘Deixa-me ajudar…’, murmurei. Ela assentiu, olhos semicerrados. Desabotoei, jeans abaixo, cueca roxa fina. Cheiro forte, mulher. Cara colada à entreperna, beijos leves na renda molhada. Ela gemeu baixo. ‘Continua…’, sussurrou, mãos no meu cabelo.

Empurrei a cueca, nariz na toison preta aparada. Cona aberta, lábios inchados, molhada como um rio. Lamba devagar, de cima para baixo, língua plana nas pregas. Sabor salgado, picante, diferente do meu. Ela agarrou-me a cabeça, ditava o ritmo. ‘Mais forte… aí, sim!’ Chupei o clitóris, roli com a língua, dedo na entrada, escorregadio. Ela tremeu, coxas apertaram-me o rosto. ‘Vou… gozar!’ Jatos quentes na boca, engoli, lambi tudo. Corpo dela convulso, mordendo o braço para não gritar. Aliança fria contra a pele dela, lembrete do risco. Eu? Molhada até aos collants, cona latejando.

O Êxtase Rápido e Arriscado

Ela recuperou, puxou-me, beijou-me com gosto dela na minha boca. Mão na minha saia, dedos na tanga, direto no clitóris. ‘Tu gostas disto, safada.’, rosnou. Círculos lentos, precisos, dedo dentro, bombeando. Gozei rápido, explosão no ventre, pernas fracas, mordi-lhe o ombro. ‘Incrível…’, ofeguei. Arrumámo-nos, saímos. ‘Volta cá.’, piscou ela, beijo rápido.

Liguei ao Rui, voz rouca. ‘Consegui. Lamba-a toda, ela gozou na minha cara. Ela fez-me gozar com os dedos.’ Ele gemeu. ‘Bandido duro aqui. Conta mais.’ Ri, culpada mas viva. Voltei a casa, cheiro dela ainda na pele. Jantei com a família, aliança brilhando. Dentro de mim, fogo. Amanhã? Outra missão. Não resisto. É a minha doble vida. O segredo que me faz pulsar.

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