Tenho 38 anos, portuguesa de Lisboa, casada há 12 com o João, um homem estável, engenheiro. Trabalho em marketing numa empresa séria, saias lápis, salto alto, aliança brilhando no dedo. Vida perfeita, né? Filhos não, mas planeamos. Sou alta, 1,70m, loira com raízes castanhas, cuido do corpo na academia do bairro chiado. Quatro vezes por semana, cardio no tapete, para manter as curvas firmes. O marido acha sexy, elogia. Mas… dentro de mim, um fogo. Adoro o risco, o proibido. Imagino ser pega, o coração aos saltos. Culpa? Pouca. Excitação? Enorme.
Sábado à tarde, academia cheia de jovens. Eu no tapete, suor escorrendo, música nos auscultadores. Olho o espelho: vejo ele. Moreno, 35 anos, olhos pretos intensos, pele clara, músculos definidos, não exagerados. Faz pesos sozinho, tímido talvez. Meu coração acelera. Ele é perfeito. Termino a sessão, vou aos alongamentos. Pensamento culpado: e se? Ele entra nos balneários quando eu saio para o duche, só de toalha. Cruzamo-nos, nus no peito. Meu olhar desce: abdominais marcados, umbigo sexy, pele lisa. Ele nota, para. Eu hesito, mas sorrio de lado. ‘Desculpa’, digo baixinho. Ele: ‘Sem problema, linda.’ Voz grave. Meu Deus, a aliança pesa no dedo enquanto passo por ele.
A Rotina Impecável e o Desejo que Queima por Dentro
Vou ao duche, água quente no corpo. Calculo: ele vem já. Saio, torço o cabelo. Encontro-o de novo, toalha na cintura. Espaço apertado, ninguém repara. Ele olha fixo. ‘Queres companhia?’, sussurra. Meu pulso explode. ‘Sim… mas rápido.’ Vamos à última cabine, italiana, porta de madeira. Ele fecha, tira a toalha. Pau semi-duro, grosso, 20cm fácil, bolas lisas, cheiro de suor homem. Eu ajoelho, molhada já entre as pernas. ‘Que tesão és tu’, digo, voz trémula. Pego na base, língua no glande. Salgado, quente. Ele endurece na minha boca, veias pulsando. Chupo devagar, saliva escorrendo, mão nas bolas dele. Ele geme baixo: ‘Caralho, assim…’. Mãos fortes nos meus ombros, empurra.
O Sexo Selvagem e Arriscado nos Chuveiros
Meu coração martela: e se alguém entra? A aliança roça a coxa dele, contraste louco. Levanto os olhos: ele de olhos fechados, mamilos duros. ‘Quero-te dentro’, sussurro, virando as costas, mãos na parede. Ele ri: ‘Aqui não, grito alto. Mas chupa-me bem, depois fodo-te como puta.’ Obedeço, faminta. Boca cheia, garganta funda. Ele agarra meu cabelo: ‘Vai, engole tudo.’ Sinto vir ao rubro, músculos tensos. Jatos quentes na boca, esperma grosso, salgado. Engulo, lambo limpo. Ele sorri pela primeira vez, mata-me. Vira-me, mão na minha cona ensopada. Dedos dentro, rápido. ‘Estás louca de molhada.’ Gozo tremendo, mordendo o lábio pra não gritar.
Ligamos o duche, lavamo-nos depressa. ‘Espera-me à saída, se quiseres mais’, diz, piscando. Saio primeiro, seco o cabelo no balneário, disfarço. Ele passa, acena sutil. Mas… hora de voltar. Marido liga: ‘Onde estás, amor?’ ‘Na academia, já vou.’ Saio sozinha, pernas bambas, cona latejando. No carro, toco-me lembrando o pau dele, o risco. Chego em casa, beijo o João, janto normal. Mas de noite, na cama, finjo dormir e masturbo pensando nele. Amanhã? Volto à academia. O segredo arde, dupla vida: senhora por fora, puta por dentro. Quem me dera ser apanhada… ou não. Este frisson? Viciante.