Confissão: Minha Dupla Vida de Advogada Casada e Puta Secreta

Ontem à tarde, eu estava no Hotel Tivoli, em Lisboa, numa reunião tensa sobre um rachat de empresa. Sou sócia num gabinete de advogados, 37 anos, casada há 10, vida impecável. O meu marido viaja muito, a gente se entende na cama, mas eu tenho os meus escapes discretos. Pressão alta, salário top. Depois da reunião, desci ao bar para um copo de champagne. Adoro aquilo à tarde, relaxa-me, solta-me.

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Estava sozinha, perdida nos pensamentos, quando fui à casa de banho. Um tipo de 50 anos, fato bem cortado, surge atrás de mim. Põe-me 50 euros na mão, puxa-me para dentro. ‘Chupa-me a pila.’ Pensei que me tomara por puta. O coração disparou. Eu, fraca? Não sou. Mas… não resisti. Abri-lhe a braguilha, agarrei aquela verga dura, meti na boca. Chupei com gosto, língua no glande, bolas na mão. Ele gemeu, fodeu-me a boca. Gozou forte, jatos quentes na garganta. Engoli tudo, continuei até ele tremer.

O Acidente no Bar que Acendeu o Fogo Proibido

‘Trabalhas bem, miúda.’ Saiu, deixou-me ali. Olhei-me ao espelho: loira, corpo em forma da ginástica do hotel. A aliança no dedo brilhava, contrastando com o cheiro de porra na boca. Culpa? Um pouco. Mas o tesão… uau, há anos não sentia assim. Guardei o dinheiro. Nada para mim, mas satisfeita.

Hoje, voltei com o chefe para fechar o negócio. Brindámos no mesmo bar. Ele sai por uma chamada, fico sozinha. Sei que é loucura, mas fico. Um gajo aproxima-se: ‘200 euros e subimos?’ Olhos famintos. O meu clitoris pulsa. Aceito, sigo-o ao quarto. Dá o dinheiro. ‘Despe-te.’ Nu, pila mole em pelos. Chupo até endurecer. Capote do meu saco, velha mas serve. Deito-me, ele ataca os peitos, penetra seco. ‘Ah!’ Dor, mas logo molho. Ele bombava egoísta. Eu viro o jogo: balanço o rabo, ‘Fode-me forte, caralho!’ Galopo nele, gozo violentamente, chatta inundada, sons molhados. Ele explode logo.

‘Tu gozas a sério, hein? Volta.’ Desço, pego o casaco. O barman vê-me, acena. ‘Espera, termino já.’ Meio assustada, sigo-o. Fora do hotel: ‘Vi o teu esquema. Não podes prostituir no bar. Vem ao meu estúdio, falamos.’ A 5 minutos. Lá: ‘Tenho clientes. Dá-me comissão.’ Despe-se. Puta merda, uma pila de concurso! Grossa, pendurada na coxa, bolas enormes, tudo rapado. ‘Prova.’ Despi-me, mão não fecha. Lamba glande, hampe, bolas. ‘Não entra na boca.’ Capote, monto nele. Dedos na cona molhada. Desço devagar, dilata-me, dói mas excita. Chega ao útero. ‘Mexete.’ Subo e desço, acelero. Gozo como louca, brado. Ele vira-me, acaba na boca, afoga-me em porra.

A Foda Brutal com o Barman e o Retorno à Rotina

’50€ fellatio, 200€ foda, +50€ cu.’ Dou nome falso, número falso. Saio a coxear, cona distendida. Mas o orgasmo… inesquecível.

Duas semanas depois, liga: encontrou-me pelo hotel. ‘Vem ou conto no teu trabalho.’ No estúdio, nu de novo. ‘Testo o cu.’ Fustiga-me o rabo, vermelho ardendo. Pila contra barriga. Deita-me, fode cona, depois anal. Gel, vibro na cona. Entra no cu, rasga-me. Dor infernal, mas gozo gritando. Arroia-me porra. ‘Agora trabalhas pra mim.’

Volto a casa, marido dorme. Lavo o cheiro, aliança limpa. Coração acelera com o segredo. Profissional de dia, puta à noite. Culpa? Sim. Mas o risco, o tesão… viciante. Amanhã, mais?

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