A Minha Confissão: Almoço Proibido com o Rapaz da Pizzaria

Sou a Ana, casada há dez anos, advogada num escritório chique no centro de Lisboa. Vida perfeita: marido amoroso, casa arrumadinha, clientes satisfeitos. Mas… no almoço, vou sempre à pizzaria ‘Pequenos Leites’. Boa comida barata, terraço abrigado. E o João, o novo empregado há quatro meses. Alto, olhos castanhos, sorriso maroto. Desde que o vi, sinto o coração aos pulos. A aliança no meu dedo brilha ao sol, mas os meus olhos devoram-no.

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Hoje, sexta-feira, clientes foram embora cedo. Contrato assinado, dia livre. Sento-me ao fundo, costas à parede, para o ver vir ter comigo. Ele surge, camisa preta justa, avental branco. ‘O de sempre, Ana?’ A voz dele é suave, corpo inclina-se, decote… não, ele é homem, mas o braço musculado roça a mesa. Falo de tudo e nada. Lembro o dia em que ele errou a minha pizza, cara de pânico. Ri-me, perdoei. Agora, flertamos. ‘Casa vazia é chata, né?’, digo. Ele sorri: ‘Aqui estás bem, e eu também.’ Meu Deus, o que disse? Enrubesço. Ele inclina a cabeça: ‘Eu também sou boa companhia?’ Hesito. Coração bate forte. ‘Sim… és.’ A aliança pesa no dedo, mas a mão dele roça a minha debaixo do bloco de notas. Eletricidade. ‘Acabo às 15h30. Esperas?’ Digo que sim, sem pensar no marido que me espera em casa.

O Segredo que Começou na Terrace Ensoleada

Como depressa, ansiosa. Ele traz pão, azeite picante, queijo ralado… sempre ‘esquece’ algo para voltar. Olhares longos, dedos que se tocam. Sala esvazia. Ele limpa a mesa ao lado, corpo inclinado, calças justas mostram o volume. Meu Deus, quero aquilo. Pago, saio, mas volto às 15h. Espero na rua, nervosa. Ele sai, gilet por cima, saco na mão. ‘Há quanto tempo esperas?’ ‘Pouco…’, minto. Ri-se. Vamos à carro dele, ali perto. ‘Queres vir ao meu duplex? É perto.’ Aceito. No carro, mão na minha coxa. Aliança fria contra a pele quente dele. Chegamos, antiga loja renovada, pátio verde. Ele beija-me contra o carro, urgente. Mãos no meu rabo, língua na boca. ‘Quero-te há meses’, murmura.

O Sexo Urgente e o Regresso à Rotina

No sofá, arranco-lhe a camisa. Peito definido, piscina, imagino. Ele baixa o meu vestido, sutiã push-up preto. ‘Lindos peitos’, diz, chupando um mamilo. Eu gemo, ‘Devagar… mas não pares.’ Ele ri, ‘Não paro.’ Desce a calcinha, cona molhada. ‘Estás ensopada, safada casada.’ Lambe-me devagar, língua no clitóris, dedos dentro. ‘Ah, fode-me com a boca!’ Gozo rápido, tremendo. Ele levanta-se, pica dura, grossa. ‘Chupa-me.’ Obedeço, boca cheia, saliva escorrendo. Ele geme, ‘Boa puta.’ De quatro no sofá, mete-me por trás, forte. ‘Sente a minha pica na tua cona de casada.’ Bato contra ele, aliança brilha. ‘Mais forte, antes que chegue a casa!’ Ele acelera, tapa na boca para não gritar. Goza dentro, preservativo? Não, risco extra. ‘Encho-te de porra.’ Saio pingando.

Visto-me a correr. ‘Telefona-me amanhã.’ Beijo rápido, saio. No carro para casa, cona lateja, porra escorre na coxa. Marido: ‘Almoço bom?’ Sorrio, ‘Perfeito.’ Janto normal, mas penso no risco. Se ele soubesse… Adrenalina pura. Esta dupla vida: dia senhora respeitada, noite puta secreta. Mal posso esperar pelo próximo almoço. O segredo arde, e eu amo isso.

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