Voltei do fim de semana na costa com o Carlos, o meu amante. O marido, o Miguel, acha que estive com amigas. Vida perfeita: casada há 15 anos, contadora num escritório chique, casa impecável nos subúrbios. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. No carro a voltar, o Carlos deu-me uma mamada rápida, para me ‘compensar’. Fiquei a arder, mas jurei: nada de sentimentos. Sou casada, ele viúvo, isso é só sexo. Só adrenalina.
Chego a casa, chove. Tomo duche, olho-me ao espelho. A aliança brilha no dedo. ‘Inês, não te passes’, digo-me. O coração ainda acelerado do fim de semana. Quero-o colado a mim, o cheiro dele, as curvas do meu corpo contra o dele. Merda, isto é perigoso. Resolvo esperar que ele contacte. Nada de mensagens parvas.
A Visita Surpresa e a Tensão do Segredo
Quarta-feira à tarde, marido no trabalho até tarde. Estou no sofá, tranquila, quando tocam à porta. Abro: é a Sara, a filha dele, 19 anos, diablita. Olhos pretos, short minúsculo, top que mal cobre os peitos. ‘O que fazes aqui?’, pergunto, coração aos pulos. ‘Quero falar’, diz ela, empurrando para dentro. No corredor, braços cruzados, peitos para cima. ‘Estás a foder com o meu pai?’
‘Estás louca? Sai daqui.’ Ela ri, maliciosa. ‘Vi-vos na cozinha da minha mãe… quer dizer, vi o pai contigo. E o fim de semana? Ele cheirava a puta.’ Nego, mas ela aproxima-se. ‘Para com isso, ou conto ao teu maridinho certinho.’ Ameaça. Tento ser calma: ‘Sara, esquece. Foi um erro.’ Ela desabotoa o short, baixa-o um pouco, toca-se por cima das cuecas. ‘Ou continua comigo, como da outra vez.’ Lembro o toque rápido na casa dela. ‘Não, remonta isso! Sai!’
Ela remonta, olhos húmidos de raiva. ‘Digo tudo ao Miguel.’ ‘Então diz!’, atiro. Ela sai, batendo a porta. Corro para o telemóvel, SMS ao Carlos: ‘A Sara veio. Ameaça contar ao Miguel. Liga-me.’ Cinco minutos: ‘Vou aí agora.’ Pânico e excitação. Olho a aliança, coração a martelar. E se o Miguel chega cedo?
O Acto Intenso e o Regresso à Rotina Pecaminosa
Ele chega em 20 minutos. Entra, beijo rápido, chaste. ‘O que disse ela?’ Conto tudo, no sofá. Ele ri: ‘Miúda parva.’ Aproxima-se, mão na minha coxa. ‘Queres simples?’ Desabotoa a saia, sobe-a. ‘Sim…’, gemo. Ajoelho-me? Não, ele ajoelha-se. Mãos nas minhas coxas, afasta cuecas. Língua quente na minha cona já molhada. ‘Oh Carlos… devagar…’ Mas urgência. Chupo-lhe o ar, mãos na cabeça dele. Molhado, quente, língua no clitóris, dedos dentro. ‘Vou gozar…’, sussurro. Gozo forte, gemido abafado, corpo a tremer.
Levanto-o, tiro-lhe as calças. Pirolo duro, venoso. ‘Fode-me agora.’ Ele sobe-me ao sofá, pernas abertas. Entra devagar, enche-me. ‘Que caralho, Inês, tão apertadinha…’ Bombo forte, rápido. Peitos a saltar, unhas nas costas dele. ‘Mais forte, risco de ele chegar…’ Ele acelera, pau a bater fundo. ‘Aliança no dedo, puta casada…’, rosna. Gozo outra vez, cona a apertar. Ele puxa fora, goza nos meus peitos. Suor, cheiro a sexo, sofá bagunçado.
Respira-se. ‘Foste incrível’, diz, beijando. Limpamos rápido, duche juntos? Não, ele vai. ‘Hotel no fim de semana?’, pisca. Sai. Eu arrumo, ponho roupa certinha. Miguel chega: ‘Boa tarde, amor.’ Sorrio, beijo. Dentro, molhada ainda, aliança fria no dedo quente. Segredo guardado. Amanhã, escritório, mas penso no pau dele. Esta dupla vida… vicia. Quero mais risco.