Sou casada há oito anos com o João, um tipo calmo, engenheiro. Trabalho como advogada num escritório chique no Chiado. Vida impecável: jantares em família, fins de semana no Guincho, aliança brilhando no dedo. Mas… há a Natasha. A vizinha nova, chegou há meses com aquele sorriso doce, olhos verdes que me desarmam. Começámos por cafés na varanda, conversas sobre tudo. Ela ouve, sem julgar. Eu conto os stresses do trabalho, ela ri baixinho, toca o meu braço. Meu coração bate forte. Culpa? Sim, um pouco. Mas o tesão… ai, o tesão é maior.
Ontem, o João viajou para Porto, reunião. Mando mensagem: “Vem cá, preciso falar.” Ela aparece em cinco minutos, saia curta, top justo. Fechamos a porta, olhares cruzam. “O que se passa?”, pergunta ela, voz suave. Eu hesito: “Nada… tudo.” Aproximo-me, sinto o cheiro dela, perfume leve misturado com pele quente. As mãos dela no meu rosto, beijo urgente. Meu Deus, a aliança fria contra a palma quente dela. Desabotoa a minha blusa, peitos saltam livres. “Estás tão molhada já”, murmura, mão na minha saia.
A Rotina Perfeita e o Desejo que Corrói
No sofá da sala, onde jantámos ontem com o João. Ela ajoelha-se, levanta a saia. Calcinha encharcada. “Deixa-me provar-te.” Língua na minha cona, chupa devagar, depois rápido. Meu clitóris incha, gemidos escapam. “Shh, e se os vizinhos…”, digo, mas empurro a cabeça dela mais fundo. Dedos entram, dois, curvam no ponto G. Corro os olhos pela sala: fotos nossas na parede, o relógio marcando 22h. Ele liga às 23h sempre. Urgência. Viro-a, ela de quatro. “Fode-me com a boca”, pede. Chupo os lábios dela, molhados, salgadinhos. Dedos na racha apertada, ela treme.
A Foda Rápida e o Risco de Ser Apanhada
Não aguento. “Quero gozar na tua cara.” Ela ri: “Goza, puta casada.” Acelero, língua no cu dela também, proibido. Ela goza primeiro, jatos quentes na minha boca – sim, ela mijou um pouco, mistura com o sumo, quente, salgado, enlouquece-me. O cheiro forte na sala. Meu coração galopa, risco de escorrer pelo sofá. Gozo depois, pernas tremendo, cona pulsando, esguicho no chão. Abraçamo-nos, suadas, ofegantes. “Foi insano”, digo, culpada. “O nosso segredo”, ela pisca, limpa-me com a língua.
Ela sai às 22h45, beijo na porta. Arrumo tudo: lençóis no sofá, limpo o chão com desinfetante, arrepio com o cheiro persistente. Tomo duche rápido, coração ainda acelerado. João liga: “Tudo bem, amor?” “Sim, saudades.” Minto, sorrindo sozinha. Deito-me na cama conjugal, cona ainda sensível. Amanhã, volto ao escritório, aliança no dedo, sorrisos profissionais. Mas sinto o segredo pulsar, a excitação da dupla vida. Quero mais. O risco… vicia. Natasha manda: “Até amanhã?” Respondo: “Sim, vem.” Meu Deus, o que estou a fazer. Mas foda-se, adoro.