Estou aqui, sentada no meu gabinete de advogada em Lisboa, a aliança no dedo a brilhar sob a luz fluorescente. Casada há dez anos com o João, vida perfeita: casa impecável nos subúrbios, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… há três dias que o Selim partiu. Ele, o marroquino forte que trabalha na construção ali nos cais do Tejo. Encontrámo-nos pela primeira vez num restaurante árabe daqueles que servem tajine que derrete na boca. Olhos que se cruzam, conversa solta, e de repente… o fogo.
Estes dias foram um tormento disfarçado. Durmo pouco, vou ao cinema sozinha, compro livros na Bertrand para me distrair. Compro whisky e tequila, mas não bebo. Sozinha, não faz sentido. Aqui em casa, com este calor pegajoso de verão lisboeta, ando nua pela sala, garrafa de água na mão, a ouvir fado baixinho. Deito-me no chão frio, fecho os olhos… e penso nele. No Selim a foder-me ali mesmo, dias antes. A minha cona incha, fica molhada, os lábios abrem-se sozinhos. To coño devagar, dois dedos a entrar e sair, o clitóris duro como pedra. Paro antes de gozar, passo os dedos pelos mamilos, belisco-os até doer de prazer. Volto à cona, mais lento, edging infinito. Horas assim, a adrenalina do segredo a pulsar no sangue. Meu Deus, e se o João soubesse?
A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido
Hoje à tarde, no escritório, o telemóvel vibra. Mensagem dele: “Estou cá em baixo. Posso subir?” Coração aos saltos. Ele direto do estaleiro, camisa suja de cimento, braços musculados. “Fui despedido, raio do cabrão racista. O tio vai matar-me.” Eu, a mulher certinha, digo: “Entra rápido, o João chega em duas horas.” Ele ri, malicioso. “Só quero um duche e um copo.” Mas os olhos dizem mais.
Fecho a porta, tranco. Ele despacha-se para a casa de banho, eu preparo cervejas geladas. Saio do duche, só toalha na cintura, cabelo molhado. Sentamo-nos no sofá novo. Ele liga ao tio, berra em árabe, cara fechada. “Merda total. Fiquei sem casa.” Eu, impulsiva: “Fica aqui uns dias. Mas cala-te, ok?” Ele olha-me, intenso. “Obrigado, Inês. És a melhor.” Pula-me em cima, rimo-nos, rola-mos no chão. Ele domina-me, braços presos acima da cabeça. Boca na minha, língua a devorar. “Tira isso”, digo, ofegante. Ele solta a toalha: pila grossa, escura, semi-dura. “Chupa-me, Inês.”
O Encontro Selvagem e o Regresso à Normalidade
Viro-me, 69 no tapete. Engulo a pila dele, sentindo-a inchar na boca, veias pulsantes, pré-gozo salgado. Ele lambe a minha cona, dedos no cu, língua a foder. “Aaaah, caralho, que bom! Lambe o cu, vai!” Grito baixo, medo de vizinhos. Ele enfia a língua no meu cu, sopra ar quente, tremo toda. Chupo mais fundo, bolas na mão. Ele goza primeiro, jatos quentes na garganta, agarro as nádegas duras, não o deixo fugir. Engulo tudo, gemendo. Ele vira-se, mama a minha cona furiosamente, dedos no cu. Gozo violento, pernas a tremer, suplício de prazer. “Para, para!”, imploro, mas ele continua até eu chorar.
Ficamos ali, ofegantes. Ele ri: “Adoro foder contigo.” Eu, a aliança fria no dedo enquanto acaricio a pila mole dele: “Eu também… mas vai-te embora já. O João vem.” Ele veste-se rápido, beijo na boca. Sai pela porta das traseiras. Eu arrumo tudo, duche rápido, maquilhagem impecável. Janto com o marido, sorrisos falsos. Coração ainda a bater forte, cona latejante. O segredo guardado, o risco… Deus, que tesão. Amanhã, ele volta. Mal posso esperar.