Confissão: A Minha Dupla Vida com o Amante no Trabalho

Sou a Maria, 38 anos, casada há 12 com o João. Vida perfeita de fora: contabilidade numa empresa em Lisboa, casa arrumadinha nos subúrbios, dois miúdos na escola. Mas… ai, meu Deus, tenho um segredo que me deixa louca. O Pedro, colega de departamento. Começou com olhares no café, mensagens no WhatsApp à noite. ‘Queres um café rápido?’, dizia ele. Eu respondia ‘Sim, mas discreto’. O João acha que sou a esposa dedicada, que chego tarde por causa de reuniões. Mas o coração bate forte só de pensar no risco. Hoje de manhã, no elevador, ele roçou o braço na minha anca. Senti um arrepio. A aliança no dedo esquerdo brilha, mas a mão dele já me tocou em sítios que o João nem sonha. Estou a tremer só de contar. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o desejo… esse é mais forte. Preciso dele. Agora.

Saí do escritório às 18h, disse à equipa que ia ao dentista. Mentira. Encontrei-o no estacionamento subterrâneo, nível -2, escuro e vazio. ‘Vem cá, safada’, murmurou ele, puxando-me para trás de um pilar. Beijámo-nos com fome, línguas enredadas, o cheiro a suor dele misturado com o meu perfume de senhora bem. ‘Tira a saia’, ordenou. Hesitei – e se alguém desce? Mas baixei-a, calcinhas encharcadas já. Ele abriu a braguilha, a pica dele saltou dura como pedra, grossa, veias saltadas. ‘Chupa-me, Maria.’ Ajoelhei no betão frio, coração aos pulos. Engoli-a toda, babando, lambendo as bolas peludas. Ele gemia baixo: ‘Assim, caralho, que boca gulosa tens.’ Sentia o gosto salgado, o pulsar na garganta. Levantei-me, virei de costas, encostada ao carro. ‘Fode-me rápido, Pedro, tenho de ir para casa fazer o jantar.’ Ele cuspiu na mão, esfregou na cona molhada, e meteu de uma vez. Ai, que dor boa! Encheu-me toda, batendo forte, pa-pa-pa contra as nádegas. ‘Estás tão apertadinha, puta casada’, rosnava. Agarrava os meus peitos por cima da blusa, apertava os mamilos duros. Eu mordia o lábio para não gritar, o medo de ecos no estacionamento só me excitava mais. Mudou de posição, levantou uma perna minha, metendo mais fundo, acertando no ponto G. ‘Goza para mim, Maria.’ Eu gozei primeiro, cona a contrair, sumos a escorrer pela coxa. Ele acelerou, ‘Vou encher-te essa cona de porra.’ Saiu no último segundo, gozando nas minhas nádegas, quente e pegajoso. Limpámo-nos com lenços, risos nervosos. ‘Até amanhã?’, piscou ele.

O Segredo que Me Consome

Voltei a casa, saia no sítio, mas sem calcinhas – guardei-as na mala, molhadas de nós os dois. O João: ‘Jantar atrasado, amor?’ Sorri, ‘Reunião chata.’ Beijei-o na cara, sentindo a porra seca na pele. Coração ainda disparado, culpa misturada com tesão. Jantei com a família, falando de banalidades, mas na cabeça revivia cada estocada. Esta dupla vida… vicia. O risco de ser apanhada, o contraste da aliança fria contra a memória quente da pica dele. Amanhã, mais uma mensagem. Não resisto. Quem dera o João soubesse? Não, melhor assim. O segredo é o que me faz viva.

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