Confissão: Minha Dupla Vida e o Auto-Stoppeur que Me Levou ao Éxtase na Floresta

Tenho 42 anos, casada há 15 com o João, um homem estável, engenheiro. Trabalho como contabilista numa firma em Lisboa, vida organizada: casa impecável, jantares em família, yoga aos sábados. Ninguém suspeita que por baixo desta fachada, pulsa uma puta faminta por risco. Adoro o segredo, o coração aos pulos, o medo de ser apanhada. Ontem, num verão escaldante como o de 76 mas em 2023, saí de carro para o Algarve visitar a família. Mentira ao marido: ‘Vou sozinha, preciso de espaço’. Na A2, perto de Évora, vejo um rapaz novo, uns 22 anos, a fazer autostop. Moreno, atlético, sorriso tímido. Paro a minha Citroën moderna, ele entra. ‘Obrigado! Vou para o sul.’ Olho para a minha aliança a brilhar no volante, sinto um formigueiro nas coxas.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Conversa solta: morangos do Alentejo, praias nudistas, política. Ele cheira a sol e suor fresco. Ofereço-lhe um café num vilarejo, observo as pernas finas dele, a minha saia subindo nas coxas por causa do calor. ‘Queres esticar as pernas?’, pergunto. ‘Claro.’ Encosto num caminho de terra, campo de morangos colhido, rodeado de bosque ralo. Caminhamos, sentamo-nos num claro de musgo. Eu deito-me de costas, sol a queimar a pele. Ele de barriga para baixo. Silêncio. Apanho morangos silvestres, dou-lhe um na boca, suco a escorrer no queixo dele. Pego num caule de erva, roço-lhe a cara, o pescoço. Ele ri. ‘Faz cócegas.’ Desço para os braços, ventre, coxas. O coração bate-me forte, aliança fria contra a pele quente. Ele hesita, continua. As minhas pernas abrem-se sozinhas.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Acorda

‘Continua, está bom…’, sussurro, voz rouca. Ele larga a erva, mão na minha coxa nua. Tremo. ‘Estás molhada?’, pergunta baixo. Sim, caralho, encharcada. Levanto-me, abro o fecho da blusa nas costas, tiro-a, sutiã atrás. Peitinhos pequenos mas duros, mamilos erguidos. Ele devora-me com os olhos. ‘Merda, és linda.’ Beija-me o pescoço, mamas, chupa um mamilo enquanto a mão desce à minha saia, culotes encharcados. ‘Tira’, mando. Ele puxa, eu abro as pernas. Língua na cona, quente, gulosa. Grito baixo, gozo na boca dele, corpo a tremer. ‘Fode-me agora!’ Ele despacha-se, pila dura, grossa, veias saltadas. Entra devagar, eu guio, ‘Mais fundo, caralho!’. Bomba forte, rápida, urgente. Sinto a aliança no ombro dele enquanto cravo unhas nas costas. Gozo outra vez, cona a apertar, ele explode dentro, porra quente a encher-me. Ficamos colados, suados, ele endurece de novo. Mais uma foda lenta, beijos molhados, ‘Amo isto, puta casada’.

Vestimo-nos a correr, bato a saia para tirar folhas, cheiro a sexo no ar. Volta à estrada, mão dele na minha coxa, beijos no pescoço. ‘Deixo-te aqui?’, pergunto, olhos húmidos de culpa e tesão. Beijo final, selvagem. Ele some na poeira. Chego a casa à noite, marido dorme. Duche rápida, cona ainda latejante, porra a escorrer. Deito-me ao lado do João, sorrindo no escuro. Amanhã, rotina: café, trabalho, sorrisos falsos. Mas eu sei: o segredo arde, o risco vicia. Quero mais. Quem será o próximo?

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *