Confissão Íntima: Minha Dupla Vida e o Fogo Proibido com Ela na Praia

Eu sou a Ana, 32 anos, casada há oito com o João, um tipo calmo e dedicado. Trabalho como gestora num escritório em Lisboa, chego a casa, faço o jantar, tudo impecável. A aliança no dedo brilha como um lembrete constante. Ninguém suspeita de nada. Mas por dentro… ai, por dentro queimo.

Conheci a Mona há uns meses, numa jantarada de amigos. Ela tem 42, marroquina mas radicada no Porto, elegante, curvas perfeitas, olhos que devoram. Falámos horas, rimos das mesmas coisas. Tornámo-nos amigas rápidas. Ela empresta-me livros, perfumes, convida-me para cafés. Sinto-me atraída, mas nego. Sou casada, né? Digo ao João que é só amizade.

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Veio o fim-de-semana prolongado. ‘Vou a um curso no Algarve’, minto ao marido. Ele nem pestaneja, confia em mim. A Mona propôs: ‘Vens comigo à praia? Relaxamos.’ Aceitei, coração aos pulos. Comboio para Lagos, hotelzinho romântico à beira-mar. Quarto com cama king size, vista para o oceano. ‘Lits separados? Que piada’, penso, mas não digo nada.

Primeiro dia, praia, sol, risos. À noite, passeio na areia, mão dela na minha. Aperto, solto. Volta ao quarto, dez da noite. Eu nervosa, ela descontraída. Vejo o mini-frigorífico. ‘O que é isto?’ Abro: Coca, limonada, Perrier. ‘Queres um?’ Pego um Perrier para ela, limonada para mim. Sentamo-nos na cama, semi-deitadas.

Abro a minha, dou-lhe o abre-garrafas. Ela agita a dela, thumb no gargalo, e puff – jorra água nos meus peitos. ‘Ei! Molhei toda!’ Rio, mas o tee-shirt gruda na pele. ‘Tira, eu ajudo’, diz ela, voz baixa. Levanto os braços, ela puxa devagar. Olha para os meus seios nus, mamilos endurecendo no ar fresco. ‘Vou mostrar-te uma coisa divertida.’ Agita outra vez, asperge-me mais. ‘Para, louca!’ Debato-me na cama, rindo, molhada por todo o lado.

A Explosão de Prazer no Quarto do Hotel

Ela aproxima o rosto. Sinto o bafo quente. E de repente, boca no mamilo. Chupa, lambe. ‘Mona… oh…’ Não é brincadeira. Sensação nova, elétrica. Coração dispara, aliança fria contra a coxa dela. Ela suga mais forte, mão na outra mama, beliscando. Eu gemo baixo. ‘Agora tu.’ Tira o top, seios redondos, mamilos rosados minúsculos. Hesito. ‘Ou eu molho-te mais!’ Rio, aspergo-a. Depois, inclino-me, chupo. Doce, duro na boca. Ela geme: ‘Sim, Ana, assim…’

Beija-me, língua invade, dança febril. Despe-me toda, mãos experientes nos meus pontos fracos – pescoço, coxas internas. Eu abro as pernas sem pensar. Ela empurra joelhos ao peito, exposta. ‘Tan linda a tua cona…’ Olhos fixos na minha humidade. Envergonho-me, fecho olhos. Dedos roçam o clitóris, circulam. ‘Estás ensopada.’ Depois, boca. Língua na fenda, lambe devagar. ‘Ahh, Mona, não pares…’ Chupo ar, fodo a boca dela com os quadris. Ela enfia língua fundo, dedos no clit. Gozo violento, grito abafado, corpo treme.

Ela abraça-me, ‘Adoro-te, Ana.’ Eu, ofegante, quero retribuir. Abro-lhe as pernas, cona rosada, molhada, clit inchado como pérola. Cheiro inebriante. Mergulho, lambo os lábios, exploro pregas. ‘Lambe-me o clit, vai!’ Obedeço, chupo voraz. Ela grita, ‘Fode-me com a língua!’ Intenso, frenético. Ela goza na minha boca, jatos quentes, corpo convulso.

Depois, deitadas, suadas. Olho o relógio – meia-noite. Amanhã volto a Lisboa. Visto-me depressa, aliança de volta ao dedo. Beijo-a: ‘Isto fica entre nós.’ Saio, coração martelando. No comboio de regresso, penso no João à espera, jantar pronto. Sorrio culpada, mas excitada. O segredo arde em mim. Quero mais. Esta dupla vida… é viciante. O risco de ser apanhada? Faz-me molhar só de imaginar.

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