Confissão Íntima: A Minha Aventura Secreta no Bar Sob a Chuva de Lisboa

Eu sou a Ana, 36 anos, casada há 10 com o Pedro, um contabilista certinho. Trabalho em marketing numa empresa grande de Lisboa. Vida perfeita no papel: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família, yoga aos sábados. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. A aliança no dedo esquerdo brilha, mas a minha cona lateja por mais.

Era uma tarde de dezembro, chuva forte a fustigar as ruas de Alfama. Saí do escritório mais cedo, disse ao Pedro que ia ao ginásio. Mentira. Caminhava depressa, saltando poças, quando o vi: um tipo esquisito, barba por fazer, casaco sujo, sacos de plástico cheios de tralhas. Chamava-se Manuel, depois soube. Colecionador de porcarias, dizia ele, mas com dinheiro guardado. Escorregou no passeio molhado, braços a rodar como moinho. Corri, agarrei-o pelos ombros. Os nossos corpos colaram-se no frio. Ele cheirava a rua, a homem sem banho recente, mas os olhos… olhos famintos.

O Encontro Inesperado e a Tensão Crescente

“Cuidado, homem!”, ri eu, coração já acelerado. Ele sorriu, dentes amarelados, mas um sorriso maroto. “Obrigado, menina. Vamos ao bar ali, eu pago um café quente.” Hesitei. Olhei o relógio – meia hora antes de ir para casa. O frisson do proibido. Entrei com ele. O bar enfumaçado, cheiro a vinho barato e cachorros molhados. Tirei o casaco, a blusa justa marcava os meus peitos firmes, mamilos duros do frio. Ele fixou-se, engoliu em seco. Falámos de tudo: chuva, Lisboa, a minha vida ‘perfeita’. “Casada?”, perguntou, olhando a aliança. Mordi o lábio. “Sim… mas…”. A tensão subia. Senti a humidade entre as pernas.

Bebi o chá depressa, o estômago revirou – culpa, desejo? “Desculpa, vou à casa de banho”, disse, levantando-me. Desci as escadas estreitas ao subsolo. Fechei a porta, levantei a saia, baixei as cuecas. Náusea veio, vomitei um pouco. Bati à porta ecoou. “Estás bem?”, voz dele grave. “Entra… fecha”. Ele entrou, espaço apertado, cheiro fétido. Eu sentada, pernas nuas, cona exposta. Ele aproximou-se, mão calejada no meu rosto. “Calma…”. Dedos ásperos na minha bochecha, desceram aos lábios. Chupei o dedo dele, instintivo, olhos nos dele. Ele gemeu baixo.

O Sexo Selvagem e o Regresso à Rotina

Vi a protuberância na calça dele. Chupei mais forte, como se fosse a pila. Ele abriu a braguette, sacó a verga grossa, cabeçona vermelha, cheiro forte de macho. “Caralho…”, murmurou. Agachei-me, língua no prepúcio, lambi o gozo seco acumulado. Salgado, picoso. Engoli a cabeça, chupei voraz, ele fodeu a minha boca devagar. “Vais gozar?”, perguntei, voz rouca. Ele acelerou, mãos na minha cabeça, jorrou quente na garganta. Engoli tudo, mas o gosto azedo fez-me tossir. Levantei-me, virei-me, saia subida, rabo ao ar. “Fode-me o cu, rápido. O meu marido espera-me.”

Ele cuspiu na mão, untou o buraco. Dedos primeiro, abrindo-me. “Que cu apertado…”. Empurrou a verga, devagar, ardor delicioso. Eu mordi o braço para não gritar. Ele meteu forte, bolas a bater na cona molhada. Ritmo frenético, risco de alguém bater à porta. “Mais, fode-me!”, gemi. Senti-o inchar, gozar dentro, esperma quente a escorrer. Eu gozei logo depois, cona a pulsar sem toque, pernas a tremer. Ele saiu, beijámo-nos, gosto de porra e vómito.

Subimos, ele pagou. Saí primeiro, ar frio na cara corada. Caminhei para casa, cuecas molhadas de sumo e porra, aliança fria no dedo quente da mão dele ainda. Cheguei, Pedro: “Tardaste no ginásio?”. Sorri, beijei-o. “Chuva…”. No duche, toquei-me, revivi. Amanhã, volto ao escritório, à rotina. Mas o segredo… ai, o segredo que me faz viva. Da próxima, arrisco mais. Quem sabe onde.

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