Eu sou a Sofia, 32 anos, casada há sete com o Miguel, advogado certinho em Lisboa. Vida perfeita de fora: casa em Alcântara, jantares com amigos, yoga aos sábados. Mas por dentro? Sufoco. O Miguel virou puritano, sexo uma vez por mês, luzes apagadas, missão cumprida. Eu, que adoro o proibido, o risco… comecei a flutuar num grupo de Facebook sobre política. Lá estava o Tiago, 22 anos, estudante no Porto, foto de perfil com sorriso maroto, olhos verdes.
Primeiro comentário, defesa irónica. Ele respondeu, rimo-nos. Passámos para mensagens privadas. ‘Estás casada?’, perguntou. ‘Sim… mas e tu?’. Solteiro, mas com historietas. Falámos horas, de Lou Reed a fetiches. Ele contava de voyeurismo nas casas partilhadas, eu hesitei… mas confessei o tédio. Visios no Skype: ele de calções, eu de camisola larga. ‘Mostra mais’, provocava. Coração aos pulos, via o volume na cueca dele. O Miguel telefonava: ‘Volto amanhã, amor’. Menti: ‘Viagem extra a Aveiro por trabalho’. Na verdade, comprei bilhete para o Porto. Adrenalina a ferver.
O Início do Segredo Online
Cheguei à estação Campanhã às 18h, mãos a tremer. Ele esperava, alto, cabelo despenteado, beijo na cara que demorou. ‘Fome?’, riu. Fomos à Rua de Santa Catarina, francesinhas quentes, cerveja. Mão dele na minha coxa debaixo da mesa, aliança a brilhar contra a pele dele. ‘Tens medo?’, sussurrou. ‘Pavor… e excitação’. Pagou, arrastou-me para um carro alugado. Estacionámos num beco escuro perto do Douro. Portas trancadas, bancos rebatidos. ‘Agora’, disse, beijando-me com fome.
O Encontro Explosivo e o Regresso à Rotina
Rasguei a camisa dele, unhas nas costas. Ele baixou-me as calças, cueca de renda preta. ‘Que cona molhada’, gemeu, dedos dentro de mim, dois, três, rápido. Eu gemi alto, ‘Cala-te, vão ouvir’. Mas não parei. Chupei o caralho dele, grosso, veias pulsantes, bolas cheias. Engoli até à garganta, saliva a escorrer. Ele puxou-me o cabelo: ‘Fode-me, Sofia’. Montei-o, cona a engolir tudo, molhado, escorregadio. Batia forte, bancos a ranger, vidros embaciados. ‘Mais rápido’, ofeguei, unhas no peito dele. Gozei primeiro, corpo a tremer, ‘Porra, Tiago!’. Ele virou-me, de quatro, meteu por trás, mão na boca para abafar gemidos. ‘Sentes o teu marido aqui?’, provocou, batendo na aliança. Gozou dentro, quente, cheio, eu a pulsar ainda.
Cinco minutos para vestir, beijo final. ‘Volto?’, perguntei, culpada mas a arder. ‘Sempre’. Apanhei o comboio das 22h, pernas bambas, cheiro dele na pele. Cheguei a casa às 2h, Miguel dormia. Tomei duche rápido, deitei-me ao lado, cona ainda sensível, esperma a escorrer um pouco. Sorri no escuro. Amanhã, yoga com amigas, sorrisos falsos. Mas sei: o segredo é meu, o risco vicia. Da próxima, arrisco mais. Coração bate só de pensar.