Minha Confissão: A Aventura Proibida com o Filho da Minha Colega

Chamo-me Carolina, tenho 42 anos, vivo em Lisboa com o meu marido há 15 anos. Ele é um bom homem, engenheiro, rotinas certinhas: jantar às 8, cama às 11. Eu trabalho num escritório de contabilidade, sou a senhora séria de saias discretas e aliança a brilhar no dedo. Ninguém imagina o que se passa por baixo desta fachada. Adoro o risco, o coração aos pulos, o medo de ser apanhada. É o que me faz viva.

Há duas semanas, a minha colega Marta convidou-me a casa dela para um café depois do trabalho. ‘Vem conhecer o meu Enzo, o meu rapaz de 25 anos, está a acabar o curso.’ Cheguei lá por volta das 9 da noite. Ele abriu a porta: olhos verdes, corpo musculado do ginásio, sorriso maroto. Italiano por parte do pai, disse ele. Senti um arrepio imediato. A Marta elogiou-o na minha frente, como as mães fazem. Eu sorri, mas o meu olhar cruzou com o dele e… bum. Algo acendeu.

O Segredo Começa a Nascer

Fiquei pouco tempo. ‘Carolina, deixa o Enzo levar-te de carro, está tarde e perigoso’, insistiu a Marta. Aceitei. No carro, o silêncio era elétrico. Ele perguntou do trabalho, eu respondi a medo, sentindo o anel no dedo roçar o volante. ‘Passa mais por casa da minha mãe, se te sentires sozinha em Lisboa’, disse ele, voz grave. Ri nervosa. ‘Só se fores tu a convidar.’ Ele parou o carro perto do meu prédio. ‘Um copo rápido? Antes de ires para o marido.’ O meu coração batia como louco. ‘Só um, mas rápido. Ele espera-me.’ Subimos as escadas ao 4º andar, sem elevador. Via o rabo dele firme a cada degrau, as minhas coxas a tremerem.

Dentro de casa, serviu vinho tinto. ‘Vou-me trocar, faz favor.’ Voltei de camisola curta, pernas à mostra, peitos soltos. Ele já tinha visto a ereção no fato. Sentei-me ao lado, o cheiro dele jovem invadiu-me. A mão dele na minha nuca, massageando. Eu… não recuei. Apoiei-me nele, culpada mas molhada. A mão subiu pela minha coxa, chegou à cueca de algodão. ‘Estás ensopada’, murmurou. Pubis peludo, cheio de caralho acumulado do dia. Dedos dele entraram, girando no melado. Gemi baixo. Beijámo-nos, língua faminta. Desci os lábios aos peitos caídos mas fartos, chupando mamilos duros.

O Êxtase Proibido e o Regresso

Empurrei-o para o sofá, tirei-lhe as calças. Pau duro, grosso, a pulsar. Cheirava a macho novo. Chupei com fome, boca cheia, saliva escorrendo. Ele gemeu ‘Carolina, a amiga da mãe…’. Molhei o dedo na minha boceta e enfiei-lhe no cu. Ele estremeceu, olhos arregalados. ‘Gostas, safado?’ Lambeu-me as bolas, língua no meu buraco também, enquanto me masturbava. Voltei à chupada, dedo fundo no cu dele, sentindo-o contrair. Gozou na minha boca, jatos quentes, engoli tudo pela primeira vez com um miúdo assim. Pau dele ainda meia-bomba, mas eu queria mais. Montei-o, cueca de lado, sentei no caralho nu. Sem condão, risco total. ‘Rápido, marido liga já.’ Cavalguei forte, peitos a bater, pubis roçando, cheiro de suor e cona aberta. Ele agarrou-me o cu, dedos dentro. Gozei gritando baixo, ele encheu-me de porra quente, escorrendo pela perna.

Cinco minutos depois, vesti-me a tremer. ‘Ninguém sabe, ok? Nem a tua mãe.’ Beijei-o rápido, desci as escadas com porra a pingar. Cheguei a casa, marido a dormir. Tomei duche rápida, deitei-me ao lado dele, aliança fria contra a pele quente. Amanhã, escritório com a Marta, sorrisos falsos. Mas no cu, sinto ainda o dedo dele. O segredo queima, quero mais. O risco… é o meu vício. Quem diria que a Carolina certinha tem esta puta dentro?

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