Eu sou casada há dez anos, vida certinha em Lisboa. Trabalho como professora particular, dou aulas a miúdos ricos. O meu marido acha que sou a mulher perfeita: jantares em casa, aliança brilhante no dedo, rotina impecável. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Há umas semanas, fui contratada para dar explicações a uma adolescente numa casa de férias no sul de França. ‘Vai ser só trabalho’, disse ao meu marido. Ele nem sonha.
Cheguei à mansão, o coração já acelerado. A entrada era gigante, cabia o meu apartamento todo ali. Decoração rica, um bocado kitsch, e um quadro horrendo de caça atrás da escada. Uma empregada italiana simpática abriu a porta. ‘Vem para a menina?’ ‘Sim.’ Levou-me por salas enormes, um salão, um gabinete, até à terrasse. A vista para a floresta de pinheiros cortava a respiração, o cheiro resinoso no ar. Mas quem me esperava não era a mãe nem a filha. Era ele, o pai dela. O senhor da casa. Ausentes, trekking nas montanhas. Ele, elegante, óculos escuros, camisa aberta no peito, copo na mão longa de cigarro.
O Início do Segredo na Mansão Luxuosa
‘Sente-se, Maria. Relaxe, este sítio é mágico, não é?’ A voz autoritária, mas suave, como se me perdoasse um pecado. Falámos do meu currículo, dos amigos onde eu já trabalhara. A filha deles tivera sucesso nos exames, graças a mim. ‘Gosto de aprofundar as matérias’, disse eu, e ele riu baixo, um riso que me arrepiou. Senti o calor subir. A aliança no meu dedo pesava, mas o meu corpo traía. ‘O meu marido e a filha estão fora. Quer um copo? Para nos conhecermos melhor.’ Aceitei. Como ele.
Tudo acelerou. Ele aproximou-se no sofá da terrasse, sem chapéu agora, cabelo escuro a cair. ‘Estás nervosa, Maria?’ Balbuciei que a vista me inspirava. ‘Podemos tratar-nos por tu?’ ‘Sim…’ Ele colou-se a mim, braços nos meus, pressionei de volta. Bebeu, inclinou-se devagar, olhos verdes fixos nos meus. Segundos eternos. A mão dele… oh, pousou no meu sexo por cima da saia. ‘Servirás fielmente? Confio em ti?’ Aperta, e eu gemi. ‘Sim, senhor!’
O Êxtase Proibido e o Regresso à Rotina
Ele arrancou a minha blusa, chupou os meus mamilos com fome, direito, esquerdo, língua gulosa. Agarrei-lhe o cabelo, puxei para mim. Ele beijou-me a boca como se me fodesse, língua funda. Larguei as alças do vestido dele, seios livres, duros. Mordi os mamilos dele. ‘Mais forte, caralho, mais forte!’ Mordi até doer, ele puxou-me o cabelo. Olhámo-nos, ofegantes. ‘Quero a tua cona.’ Deitei-me no sofá, ele baixou-me as cuecas. Cheirou-me a boceta, ‘Adoro o cheiro da tua excitação.’ Lambeu devagar o clitóris, mas eu guiei-lhe a cabeça: ‘Mais rápido, fode-me com a língua!’ Dois dedos entraram fácil, molhada que estava. Gemi alto, mas parei-o. ‘Agora tu.’ Ele na mesa, rabo para mim. ‘Fode-me, por favor!’
Penetrei-o? Não, ele meteu a pila dura na minha cona, pressão deliciosa. Bombeava forte, ‘Que bom, fode-me!’ Toquei-lhe o cu com dedos molhados, cuspi, massagei. Ele abriu a nádega: ‘Entra.’ Um dedo, dois, fodi-lhe o cu enquanto a pila me rasgava. Saíu, mirou o cu. ‘Encula-me!’ Adorava aquele momento tenso, pila a abrir o buraco apertado. Entrei devagar, até ao fundo. ‘Sim, sou uma puta!’ Fodia-lhe o cu com força, ele punhetava-se. Eu ao clito, orgasmo a explodir. Ele gozou nas minhas costas, grito partilhado.
Vesti-me a tremer, aliança fria contra pele quente. ‘Até à próxima, Maria.’ Sorri, saí. Voltei a casa, marido a beijar-me: ‘Como correu?’ ‘Bem, só trabalho.’ No duche, toquei-me a lembrar. Culpa? Pouca. Excitação total. O segredo queima, o risco vicia. Quando volto à mansão? Já penso nisso, coração a bater louco.