Confissão: A Minha Dupla Vida na Casa Nova e o Caso Proibido

Ontem… Meu Deus, ainda sinto o coração aos saltos. Sou a Ana, casada com o Mathieu há dez anos, vida perfeita: casa nova remodelada no fim de agosto, eu sou arquiteta, ele engenheiro. Profissional, família pequena, tudo arrumadinho. Mas tenho uma dupla vida. O Gérard, meu colega… Ele me emprestou a máquina fotográfica top para fotos dos acabamentos. Menti ao Mathieu: ‘É para o press-book dele’. Ele sorriu, nem sonha.

Calor pegajoso, suor a escorrer. Mathieu saiu para correr pelo rio, disse que volta em meia hora. Liguei ao Gérard: ‘Vem buscar já’. Ele chegou, olhos famintos. ‘Onde estão as fotos?’, perguntou, mas já me olhava o decote. Levei-o à casa de banho, a minha obra-prima: banheira grande, azulejos azuis, sol a entrar pela janela. ‘Vê como ficou’, disse eu, nervosa. Aliança no dedo, brilhando. Ele aproxima-se, cheiro a homem, suor misturado. ‘Estás linda, Ana’, murmura. Sinto o peito apertar. Culpa? Sim, mas o tesão é mais forte. Adoro este risco, de ser apanhada.

O Pretexto da Máquina e a Tensão do Segredo

Ele pega na máquina, mas eu: ‘Tira-me uma foto aqui’. Rio, fingindo brincadeira. Abotoo a blusa, sol a atravessar o tecido fino, soutien branco. Ele clica. ‘Mais uma’, peço, voz tremendo. Levanto os braços, cabelo loiro para cima. Blusa abre, cueca minúscula. ‘Estás louca, o teu marido…’, diz ele, mas os olhos ardem. ‘Tira tudo’, sussurro. Ele hesita… não, engole em seco. Desabotoo o soutien, seios livres, mamilos duros. Clico eu agora? Não, ele aproxima. Mãos dele na minha pele, contraste da aliança fria contra o pau dele a pulsar nos calções.

O Sexo Urgente na Casa de Banhos e o Regresso à Rotina

Não aguento. ‘Fode-me já, Gérard, ele volta já’. Ele ri, malicioso: ‘Aqui?’. Sim, aqui. Baixo os calções dele, caralho duro, veia inchada, pré-gozo na ponta. Chupo rápido, boca gulosa, língua na glande. Ele geme: ‘Caralho, Ana…’. Deito-me na borda da banheira, pernas abertas. Cona molhada, depilada, sol a brilhar no clitóris inchado. Ele mete dois dedos, ‘Estás ensopada, puta casada’. Eu: ‘Sim, fode esta puta’. Ele entra de rompante, caralho grosso a esticar-me, batendo fundo. Água da chuveira a correr, tapa gemidos. Bombeia forte, rápido – risco de o Mathieu entrar. Sinto o coração na garganta, seios a balançar, unhas nas costas dele. ‘Mais forte!’, peço. Ele agarra-me as nádegas, mete até ao fundo, bolas a bater na minha pele. Orgasmo vem, cona a apertar o pau dele, grito abafado. Ele puxa, goza na minha boca, jatos quentes, engulo tudo, salgado.

Ele veste-se a correr, beijo rápido: ‘Até breve, minha segredo’. Sai. Eu limpo tudo, cheiro a sexo no ar, ligo chuveiro. Mathieu entra: ‘Sacoche?’. ‘Já devolvi ao Gérard’, sorrio, aliança brilhando, cona ainda latejante. Noite normal, jantar, cama com marido. Mas eu… penso no risco, no caralho do Gérard. Culpa? Pouca. Excitação total. Esta dupla vida é viciante. Amanhã, mais um segredo.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *