Sou casada há anos com o Diogo, vivo na periferia, trabalho no hospital em Lisboa. Vida organizada: casa limpa, marido dedicado, turnos exaustivos. Mas passo sempre pela agência imobiliária dele, o André, amigo de infância. Ele ainda é gato, corpo atlético, olhos que me devoram. O Diogo até me pediu para ver casas novas, ‘para nos aproximarmos da cidade’. Eu ri, mas o coração acelerou.
Ontem, visitei um loft incrível com o André. O Diogo chegou atrasado, telefonema chato. André piscou: ‘Temos 15 minutos’. Na cave vazia, ele encostou-me à parede. ‘Só um toque nos teus peitinhos, como dantes’, murmurou. Hesitei – a aliança brilhava no meu dedo. Mas deixei. A mão dele por cima da blusa, depois dentro, apertando os mamilos duros. Coração a bater forte, molhei toda. ‘Estás casada’, disse eu, voz tremida. ‘Mais excitante’, respondeu ele, beijando-me o pescoço.
O Segredo Começa nas Visitas de Casas
Subimos para o loft. Diogo ainda ao telemóvel no andar de baixo. Na alcova com espelho unidirecional, víamos-no, ele não a nós. André beijou-me, mão no peito, outra no rabo. Desabotoou-me os jeans, dedos na cona molhada. ‘Estás ensopada, Sofia’. Gemi baixinho, ‘Para, ele está ali…’. Mas abri as pernas. Dedos dentro, fodendo-me devagar, polegar no clitóris. Quase gozei, mas parei-o. ‘Não hoje’. Ele sorriu perverso.
Hoje, nova casa. Diogo à frente nas escadas. André por trás, mão na minha saia, baixando cueca, língua no cu. Arquei, quase gritei. No jacuzzi, ele chupou-me a cona rápido, eu gozei na boca dele, mãos no cabelo. Diogo longe, mas risco imenso. Adrenalina pura, segredo a queimar.
O Risco do Prazer Proibido
No massage, ele assistiu. Despi-me, óleo quente no corpo. Ele tomou conta, body-to-body, pila dura no cu. Gozou nas nádegas, eu toquei-me até explodir. Culpa? Sim, mas tesão maior. Vida dupla: de dia, enfermeira dedicada; de noite, puta do André.
Voltei a casa, Diogo fez amor comigo. Bom, mas fraco comparado. Senti o esperma dele dentro, pensei no André. Amanhã, encontro no hotel. Vou sem cueca, cona pronta. O risco de ser apanhada? Mata-me de medo e excita-me mais. Sou casada, mas viciada neste fogo secreto. Quem diria?