Chamo-me Ana, tenho 38 anos, casada há 12 com o Pedro, dois filhos lindos, casa em Cascais, gerente num banco no Chiado. Por fora, sou a mulher perfeita: sorrisos no jantar de família, reuniões sérias de fato e salto alto. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. O Miguel, 28 anos, personal trainer no ginásio perto do escritório. Encontros roubados, rápidos, perigosos. O coração acelera só de pensar. Hoje, mais uma vez. Saio da reunião às 17h, mãos a tremer no telemóvel. ‘Vem já para o hotel da praia. Quarto 305.’ Ele responde: ‘A tua cona já deve estar encharcada.’ Engulo em seco, sinto a humidade entre as pernas. Olho para a aliança no dedo, brilha como um lembrete. Culpa? Um bocadinho. Mas o tesão ganha sempre.
Chego ao hotel disfarçada de turista, óculos escuros, cabelo solto. Ele abre a porta nu, caralho já duro, latejante, cabeçona vermelha a pingar pré-gozo. ‘Entra, puta casada’, sussurra, puxa-me para dentro. A piscina privativa do quarto suite brilha ao sol poente, palmeiras ao fundo como num sonho árabe proibido. Atira-me contra a parede envidraçada, arranca a saia, cuecas de renda rasgadas num puxão. ‘Olha para ti, com esta aliança e a cona depilada para mim.’ Lambe-me o pescoço, desce à boca do útero. Dedos grossos entram em mim, dois, três, chapinham na baba. Gemo baixo: ‘Rápido, Miguel, o Pedro espera jantar às 19h.’ Ele ri, vira-me de costas, caralho empurrado de uma assentada. Encho-me toda, bolas batem no cu, forte, ritmado. ‘Fode-me como se fosse a última vez’, peço, unhas nas costas dele. Ele agarra os meus cabelos, puxa, mete mais fundo. Sinto o coração na garganta, risco de alguém ver pela janela entreaberta.
O Segredo que Me Consome
Caímos na água da piscina, fresca contra a pele a ferver. Eu monto-o, cona engolindo o pau até às bolas, subo e desço frenética. Água espirra, tetas balançam livres do sutiã arrancado. Ele chupa os mamilos duros, morde, ‘Vais gozar no meu caralho, safada.’ Sim, gozo primeiro, cona a contrair, sumo a escorrer pelas coxas misturado com água. Ele não para, vira-me de quatro nas escadas rasas, mete no cu agora, lubrificado pela minha tesão. ‘Devagar… ai, foda-se, mais!’ Dor e prazer misturados, ele bombeia, grunhe como animal. ‘Vou encher-te de porra, leva para casa.’ Goza dentro, jatos quentes no cu apertado, transbordo. Caio exausta, beijo o pau mole, lambo os restos de porra salgada. Cinco minutos para vestir-me, maquilhagem borrada, cheiro a sexo no ar.
Saio a correr, salto alto afunda na areia, telemóvel vibra: ‘Onde estás, amor?’ ‘Atrasada no trânsito.’ Riso nervoso no carro, aliança fria no volante, cu a pulsar com a porra dele dentro, cona inchada de tanto foder. Chego a casa, Pedro beija-me na boca sem suspeitar. ‘Jantar pronto.’ Sento à mesa, filhos a rir, sinto o sêmen escorrer na cadeira. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Amanhã, mais uma reunião. Mais um risco. Esta dupla vida é o meu vício. Ninguém sabe, mas eu vivo por isto.